Consumo de fertilizantes — todos os países

Consumo de fertilizantes — Guiné-Bissau

Consumo de fertilizantes na Guiné-Bissau em 2023 — 13,6 kg/ha. Posição 153 no mundo, de um total de 191. Desde 1973, o indicador aumentou 3.299,9%.

2023 13,6 kg/ha −1,9% vs 2022
Posição no mundo 153de 191
Máximo do período 24,2 kg/ha2020
Mínimo do período 0,4 kg/ha1973

Evolução ao longo do tempo

1973–2023 · kg por hectare

Consumo de fertilizantes — Guiné-Bissau, 1973–20230102030197319781983198819931998200320082013201820231973: 0,4 kg/ha1974: 1,8 kg/ha1975: 1,2 kg/ha1976: 0,8 kg/ha1978: 2,7 kg/ha1979: 0,6 kg/ha1980: 0,8 kg/ha1981: 5,8 kg/ha1982: 3,3 kg/ha1983: 1,8 kg/ha1987: 2,8 kg/ha1988: 1,1 kg/ha1989: 3,6 kg/ha1990: 2,3 kg/ha1991: 2,2 kg/ha1992: 0,9 kg/ha1993: 1,1 kg/ha1994: 1,1 kg/ha1995: 1,1 kg/ha1996: 1,1 kg/ha1997: 1,1 kg/ha1998: 2,3 kg/ha1999: 2,1 kg/ha2000: 8 kg/ha2001: 8 kg/ha2002: 9,7 kg/ha2003: 10,8 kg/ha2004: 9,7 kg/ha2005: 10,6 kg/ha2006: 14,2 kg/ha2007: 8,7 kg/ha2008: 9,9 kg/ha2009: 10 kg/ha2010: 15,7 kg/ha2011: 9,8 kg/ha2012: 14,1 kg/ha2013: 14,6 kg/ha2014: 14,5 kg/ha2015: 14,4 kg/ha2016: 18,7 kg/ha2017: 23,8 kg/ha2018: 22 kg/ha2019: 20,4 kg/ha2020: 24,2 kg/ha2021: 18 kg/ha2022: 13,9 kg/ha2023: 13,6 kg/ha
Variação no período: +13,2 (+3.299,86%) Taxa média anual: 7,31 %

Comparação, 2023

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Guiné-Bissau

Guiné-Bissau 13,6 kg/ha
Mundo 137,6 kg/ha
África Subsaariana 19,6 kg/ha
África Ocidental calculado 9,7 kg/ha
Países de renda baixa calculado 14,3 kg/ha
Consumo de fertilizantes — Guiné-Bissau, por ano Guiné-Bissau Todos os países CSV XLSX
Ano kg/ha Variação Variação, %
2023 13,6 −0,3 −1,9%
2022 13,9 −4,1 −22,84%
2021 18 −6,2 −25,69%
2020 24,2 +3,8 +18,67%
2019 20,4 −1,6 −7,39%
2018 22 −1,8 −7,59%
2017 23,8 +5,1 +27,34%
2016 18,7 +4,2 +29,41%
2015 14,4 −0 −0,28%
2014 14,5 −0,1 −0,48%
2013 14,6 +0,5 +3,51%
2012 14,1 +4,3 +44,14%
2011 9,8 −5,9 −37,84%
2010 15,7 +5,7 +57,08%
2009 10 +0,1 +0,72%
2008 9,9 +1,2 +14,18%
2007 8,7 −5,5 −38,72%
2006 14,2 +3,6 +34,21%
2005 10,6 +0,9 +8,79%
2004 9,7 −1,1 −10,27%
2003 10,8 +1,2 +12,11%
2002 9,7 +1,7 +20,67%
2001 8 +0 +0%
2000 8 +5,9 +273,33%
1999 2,1 −0,2 −7,14%
1998 2,3 +1,2 +107,69%
1997 1,1 +0 +0%
1996 1,1 +0 +3,7%
1995 1,1 +0 +0%
1994 1,1 −0 −3,57%
1993 1,1 +0,2 +17,7%
1992 0,9 −1,2 −56,62%
1991 2,2 −0,2 −7,17%
1990 2,3 −1,2 −34,51%
1989 3,6 +2,5 +229,28%
1988 1,1 −1,7 −60,77%
1987 2,8
1983 1,8 −1,5 −46,43%
1982 3,3 −2,5 −42,89%
1981 5,8 +5 +608,73%
1980 0,8 +0,2 +41,89%
1979 0,6 −2,2 −78,86%
1978 2,7
1976 0,8 −0,4 −33,33%
1975 1,2 −0,6 −33,77%
1974 1,8 +1,4 +344,12%
1973 0,4

Sobre o indicador

Consumo de fertilizantes minerais (nitrogenados, fosfatados e potássicos, em equivalente de nutriente) em quilogramas por hectare de terras aráveis. Está diretamente ligado ao rendimento, mas a aplicação excessiva leva à contaminação de corpos de água e à emissão de óxido nitroso — por isso o objetivo aqui é o ponto ótimo, e não o máximo.

Importante: O agregado é ponderado pela área arável — o mesmo denominador que está no indicador. O valor não distingue os tipos de fertilizante e não diz se foram aplicados na dose e no momento adequados.

Fonte: FAOSTAT (FAO), licença CC BY 4.0.