Trabalho por conta própria — todos os países

Trabalho por conta própria — Ruanda

Trabalho por conta própria em Ruanda em 2025 — 40,4%. Posição 76 no mundo, de um total de 182. Desde 1991, o indicador caiu 8,5 p.p..

2025 40,4% −0,5 p.p. vs 2024
Posição no mundo 76de 182
Máximo do período 49,1%1995
Mínimo do período 37,9%2021

Evolução ao longo do tempo

1991–2025 · % do emprego

Trabalho por conta própria — Ruanda, 1991–20253540455019911995199920032007201120152019202320251991: 48,9%1992: 48,9%1993: 49%1994: 48,9%1995: 49,1%1996: 49%1997: 49%1998: 48,8%1999: 48,7%2000: 48,4%2001: 48,1%2002: 47,6%2003: 47,2%2004: 46,9%2005: 46,6%2006: 46,3%2007: 46%2008: 45,7%2009: 45,4%2010: 45,1%2011: 44,8%2012: 44,6%2013: 44,3%2014: 44,1%2015: 43,9%2016: 43,7%2017: 43,2%2018: 43,2%2019: 42,9%2020: 43,4%2021: 37,9%2022: 39%2023: 41,3%2024: 40,9%2025: 40,4%
Variação no período: −8,5 p.p. Média anual: -0,25 p.p.

Comparação, 2025

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Ruanda

Ruanda 40,4%
Mundo 46,4%
África Oriental calculado 78,1%
Países de renda baixa calculado 78,5%
Trabalho por conta própria — Ruanda, por ano Ruanda Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2025 40,4 −0,5 p.p.
2024 40,9 −0,3 p.p.
2023 41,3 +2,3 p.p.
2022 39 +1,1 p.p.
2021 37,9 −5,6 p.p.
2020 43,4 +0,5 p.p.
2019 42,9 −0,3 p.p.
2018 43,2 −0 p.p.
2017 43,2 −0,4 p.p.
2016 43,7 −0,2 p.p.
2015 43,9 −0,2 p.p.
2014 44,1 −0,2 p.p.
2013 44,3 −0,2 p.p.
2012 44,6 −0,3 p.p.
2011 44,8 −0,3 p.p.
2010 45,1 −0,3 p.p.
2009 45,4 −0,3 p.p.
2008 45,7 −0,3 p.p.
2007 46 −0,3 p.p.
2006 46,3 −0,3 p.p.
2005 46,6 −0,3 p.p.
2004 46,9 −0,3 p.p.
2003 47,2 −0,3 p.p.
2002 47,6 −0,5 p.p.
2001 48,1 −0,4 p.p.
2000 48,4 −0,3 p.p.
1999 48,7 −0,1 p.p.
1998 48,8 −0,1 p.p.
1997 49 −0 p.p.
1996 49 −0,1 p.p.
1995 49,1 +0,2 p.p.
1994 48,9 −0,1 p.p.
1993 49 +0,1 p.p.
1992 48,9 −0 p.p.
1991 48,9

Sobre o indicador

Parcela do trabalho por conta própria no emprego total: empregadores, quem trabalha por conta própria, membros de cooperativas de produção e trabalhadores familiares auxiliares. Valores altos nos países de renda baixa não refletem um empreendedorismo desenvolvido, mas a falta de postos de trabalho assalariado e o emprego informal na agricultura e no pequeno comércio.

Fonte: ILOSTAT (OIT), licença CC BY 4.0.