Taxa de desemprego — todos os países

Taxa de desemprego — Zimbábue

Taxa de desemprego no Zimbábue em 2025 — 9,29%. Posição 145 no mundo, de um total de 182. Desde 1991, o indicador aumentou 4,5 p.p..

2025 9,29% −0,14 p.p. vs 2024
Posição no mundo 145de 182
Máximo do período 10,09%2022
Mínimo do período 4,39%2004

Evolução ao longo do tempo

1991–2025 · % da força de trabalho

Taxa de desemprego — Zimbábue, 1991–2025468101219911995199920032007201120152019202320251991: 4,79%1992: 4,93%1993: 4,99%1994: 4,96%1995: 5,57%1996: 6,15%1997: 6,93%1998: 6,38%1999: 6%2000: 5,69%2001: 5,31%2002: 5,01%2003: 4,74%2004: 4,39%2005: 4,63%2006: 4,77%2007: 5,01%2008: 5,4%2009: 5,48%2010: 5,47%2011: 5,37%2012: 5,06%2013: 4,95%2014: 4,77%2015: 5,4%2016: 5,9%2017: 6,35%2018: 6,79%2019: 7,37%2020: 8,62%2021: 9,54%2022: 10,09%2023: 9,35%2024: 9,44%2025: 9,29%
Variação no período: +4,5 p.p. Média anual: 0,13 p.p.

Comparação, 2025

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Zimbábue

Zimbábue 9,29%
Mundo 4,79%
África Oriental calculado 4,27%
Taxa de desemprego — Zimbábue, por ano Zimbábue Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2025 9,29 −0,14 p.p.
2024 9,44 +0,09 p.p.
2023 9,35 −0,74 p.p.
2022 10,09 +0,55 p.p.
2021 9,54 +0,92 p.p.
2020 8,62 +1,24 p.p.
2019 7,37 +0,59 p.p.
2018 6,79 +0,44 p.p.
2017 6,35 +0,45 p.p.
2016 5,9 +0,5 p.p.
2015 5,4 +0,63 p.p.
2014 4,77 −0,17 p.p.
2013 4,95 −0,11 p.p.
2012 5,06 −0,31 p.p.
2011 5,37 −0,1 p.p.
2010 5,47 −0,01 p.p.
2009 5,48 +0,08 p.p.
2008 5,4 +0,39 p.p.
2007 5,01 +0,24 p.p.
2006 4,77 +0,14 p.p.
2005 4,63 +0,24 p.p.
2004 4,39 −0,35 p.p.
2003 4,74 −0,27 p.p.
2002 5,01 −0,31 p.p.
2001 5,31 −0,37 p.p.
2000 5,69 −0,32 p.p.
1999 6 −0,38 p.p.
1998 6,38 −0,55 p.p.
1997 6,93 +0,78 p.p.
1996 6,15 +0,59 p.p.
1995 5,57 +0,61 p.p.
1994 4,96 −0,03 p.p.
1993 4,99 +0,06 p.p.
1992 4,93 +0,14 p.p.
1991 4,79

Sobre o indicador

Parcela de desempregados na força de trabalho pela definição da OIT: é considerado desempregado quem não tinha trabalho no período de referência, procurou trabalho ativamente e estava disponível para começar. Quem não procura trabalho não integra a força de trabalho, por isso, em países com “saída” massiva da força de trabalho, um desemprego baixo não significa ocupação alta — compare com a taxa de ocupação e a taxa de participação.

Importante: Os dados são estimativas modeladas da OIT, harmonizadas para uma definição comum; podem divergir dos números nacionais dos serviços de emprego.

Fonte: ILOSTAT (OIT), licença CC BY 4.0.