Taxa de desemprego — todos os países

Taxa de desemprego — Santa Lúcia

Taxa de desemprego em Santa Lúcia em 2025 — 9,45%. Posição 146 no mundo, de um total de 182. Desde 1991, o indicador caiu 7,07 p.p..

2025 9,45% −0,75 p.p. vs 2024
Posição no mundo 146de 182
Máximo do período 25,22%2020
Mínimo do período 9,45%2025

Evolução ao longo do tempo

1991–2025 · % da força de trabalho

Taxa de desemprego — Santa Lúcia, 1991–20255101520253019911995199920032007201120152019202320251991: 16,52%1992: 16,55%1993: 16,8%1994: 17%1995: 15,83%1996: 16,33%1997: 20,47%1998: 21,6%1999: 18,09%2000: 16,49%2001: 18,54%2002: 20,39%2003: 22,18%2004: 20,97%2005: 18,7%2006: 16%2007: 14%2008: 12,72%2009: 15,37%2010: 17,12%2011: 18,86%2012: 19,06%2013: 22,21%2014: 21,58%2015: 20,84%2016: 19,93%2017: 19,14%2018: 19,33%2019: 15,61%2020: 25,22%2021: 20,51%2022: 15,93%2023: 12,09%2024: 10,2%2025: 9,45%
Variação no período: −7,07 p.p. Média anual: -0,21 p.p.

Comparação, 2025

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Santa Lúcia

Santa Lúcia 9,45%
Mundo 4,79%
Taxa de desemprego — Santa Lúcia, por ano Santa Lúcia Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2025 9,45 −0,75 p.p.
2024 10,2 −1,9 p.p.
2023 12,09 −3,84 p.p.
2022 15,93 −4,58 p.p.
2021 20,51 −4,71 p.p.
2020 25,22 +9,61 p.p.
2019 15,61 −3,72 p.p.
2018 19,33 +0,19 p.p.
2017 19,14 −0,8 p.p.
2016 19,93 −0,91 p.p.
2015 20,84 −0,74 p.p.
2014 21,58 −0,63 p.p.
2013 22,21 +3,15 p.p.
2012 19,06 +0,2 p.p.
2011 18,86 +1,74 p.p.
2010 17,12 +1,75 p.p.
2009 15,37 +2,65 p.p.
2008 12,72 −1,28 p.p.
2007 14 −2 p.p.
2006 16 −2,7 p.p.
2005 18,7 −2,27 p.p.
2004 20,97 −1,21 p.p.
2003 22,18 +1,79 p.p.
2002 20,39 +1,85 p.p.
2001 18,54 +2,05 p.p.
2000 16,49 −1,6 p.p.
1999 18,09 −3,51 p.p.
1998 21,6 +1,13 p.p.
1997 20,47 +4,14 p.p.
1996 16,33 +0,5 p.p.
1995 15,83 −1,17 p.p.
1994 17 +0,2 p.p.
1993 16,8 +0,25 p.p.
1992 16,55 +0,03 p.p.
1991 16,52

Sobre o indicador

Parcela de desempregados na força de trabalho pela definição da OIT: é considerado desempregado quem não tinha trabalho no período de referência, procurou trabalho ativamente e estava disponível para começar. Quem não procura trabalho não integra a força de trabalho, por isso, em países com “saída” massiva da força de trabalho, um desemprego baixo não significa ocupação alta — compare com a taxa de ocupação e a taxa de participação.

Importante: Os dados são estimativas modeladas da OIT, harmonizadas para uma definição comum; podem divergir dos números nacionais dos serviços de emprego.

Fonte: ILOSTAT (OIT), licença CC BY 4.0.