Taxa de desemprego — todos os países

Taxa de desemprego — Nicarágua

Taxa de desemprego na Nicarágua em 2025 — 5,04%. Posição 88 no mundo, de um total de 182. Desde 1991, o indicador caiu 2,87 p.p..

2025 5,04% +0,06 p.p. vs 2024
Posição no mundo 88de 182
Máximo do período 8,16%2009
Mínimo do período 3,3%2017

Evolução ao longo do tempo

1991–2025 · % da força de trabalho

Taxa de desemprego — Nicarágua, 1991–202524681019911995199920032007201120152019202320251991: 7,91%1992: 7,81%1993: 7,83%1994: 7,67%1995: 7,41%1996: 7,12%1997: 7,1%1998: 7,2%1999: 7,18%2000: 7,18%2001: 7,22%2002: 7,52%2003: 7,6%2004: 6,41%2005: 5,37%2006: 5,31%2007: 4,89%2008: 6,2%2009: 8,16%2010: 7,83%2011: 6,61%2012: 5,21%2013: 5,28%2014: 4,52%2015: 4,7%2016: 3,9%2017: 3,3%2018: 5,2%2019: 5,46%2020: 6,18%2021: 6,08%2022: 4,97%2023: 4,7%2024: 4,98%2025: 5,04%
Variação no período: −2,87 p.p. Média anual: -0,08 p.p.

Comparação, 2025

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Nicarágua

Nicarágua 5,04%
Mundo 4,79%
América Central calculado 3,18%
Taxa de desemprego — Nicarágua, por ano Nicarágua Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2025 5,04 +0,06 p.p.
2024 4,98 +0,28 p.p.
2023 4,7 −0,27 p.p.
2022 4,97 −1,11 p.p.
2021 6,08 −0,1 p.p.
2020 6,18 +0,72 p.p.
2019 5,46 +0,26 p.p.
2018 5,2 +1,9 p.p.
2017 3,3 −0,6 p.p.
2016 3,9 −0,8 p.p.
2015 4,7 +0,18 p.p.
2014 4,52 −0,76 p.p.
2013 5,28 +0,07 p.p.
2012 5,21 −1,41 p.p.
2011 6,61 −1,22 p.p.
2010 7,83 −0,33 p.p.
2009 8,16 +1,96 p.p.
2008 6,2 +1,31 p.p.
2007 4,89 −0,42 p.p.
2006 5,31 −0,06 p.p.
2005 5,37 −1,04 p.p.
2004 6,41 −1,19 p.p.
2003 7,6 +0,08 p.p.
2002 7,52 +0,3 p.p.
2001 7,22 +0,04 p.p.
2000 7,18 +0 p.p.
1999 7,18 −0,02 p.p.
1998 7,2 +0,1 p.p.
1997 7,1 −0,02 p.p.
1996 7,12 −0,29 p.p.
1995 7,41 −0,25 p.p.
1994 7,67 −0,17 p.p.
1993 7,83 +0,02 p.p.
1992 7,81 −0,1 p.p.
1991 7,91

América Central, 2025

O mesmo indicador nos países vizinhos — com link para as páginas deles

Sobre o indicador

Parcela de desempregados na força de trabalho pela definição da OIT: é considerado desempregado quem não tinha trabalho no período de referência, procurou trabalho ativamente e estava disponível para começar. Quem não procura trabalho não integra a força de trabalho, por isso, em países com “saída” massiva da força de trabalho, um desemprego baixo não significa ocupação alta — compare com a taxa de ocupação e a taxa de participação.

Importante: Os dados são estimativas modeladas da OIT, harmonizadas para uma definição comum; podem divergir dos números nacionais dos serviços de emprego.

Fonte: ILOSTAT (OIT), licença CC BY 4.0.