Taxa de desemprego — todos os países

Taxa de desemprego — Ilhas do Canal

Taxa de desemprego nas Ilhas do Canal em 2025 — 6,17%. Posição 114 no mundo, de um total de 182. Desde 1991, o indicador aumentou 0,49 p.p..

2025 6,17% +0,14 p.p. vs 2024
Posição no mundo 114de 182
Máximo do período 8,57%2013
Mínimo do período 5,04%2001

Evolução ao longo do tempo

1991–2025 · % da força de trabalho

Taxa de desemprego — Ilhas do Canal, 1991–20255678919911995199920032007201120152019202320251991: 5,68%1992: 6,12%1993: 7,08%1994: 7,24%1995: 6,97%1996: 6,9%1997: 6,69%1998: 6,28%1999: 5,91%2000: 5,35%2001: 5,04%2002: 5,31%2003: 5,64%2004: 5,85%2005: 5,83%2006: 5,57%2007: 5,23%2008: 5,3%2009: 6,67%2010: 7,02%2011: 7,24%2012: 8,03%2013: 8,57%2014: 8,32%2015: 7,93%2016: 7,47%2017: 6,88%2018: 6,34%2019: 6,19%2020: 6,63%2021: 6,64%2022: 5,92%2023: 5,93%2024: 6,03%2025: 6,17%
Variação no período: +0,49 p.p. Média anual: 0,01 p.p.

Comparação, 2025

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Ilhas do Canal

Ilhas do Canal 6,17%
Mundo 4,79%
Europa do Norte calculado 5,54%
Países de renda alta calculado 4,42%
Taxa de desemprego — Ilhas do Canal, por ano Ilhas do Canal Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2025 6,17 +0,14 p.p.
2024 6,03 +0,1 p.p.
2023 5,93 +0 p.p.
2022 5,92 −0,72 p.p.
2021 6,64 +0,01 p.p.
2020 6,63 +0,45 p.p.
2019 6,19 −0,16 p.p.
2018 6,34 −0,54 p.p.
2017 6,88 −0,59 p.p.
2016 7,47 −0,46 p.p.
2015 7,93 −0,39 p.p.
2014 8,32 −0,25 p.p.
2013 8,57 +0,54 p.p.
2012 8,03 +0,78 p.p.
2011 7,24 +0,22 p.p.
2010 7,02 +0,35 p.p.
2009 6,67 +1,38 p.p.
2008 5,3 +0,06 p.p.
2007 5,23 −0,34 p.p.
2006 5,57 −0,26 p.p.
2005 5,83 −0,01 p.p.
2004 5,85 +0,2 p.p.
2003 5,64 +0,33 p.p.
2002 5,31 +0,27 p.p.
2001 5,04 −0,31 p.p.
2000 5,35 −0,56 p.p.
1999 5,91 −0,37 p.p.
1998 6,28 −0,41 p.p.
1997 6,69 −0,21 p.p.
1996 6,9 −0,08 p.p.
1995 6,97 −0,26 p.p.
1994 7,24 +0,15 p.p.
1993 7,08 +0,96 p.p.
1992 6,12 +0,44 p.p.
1991 5,68

Sobre o indicador

Parcela de desempregados na força de trabalho pela definição da OIT: é considerado desempregado quem não tinha trabalho no período de referência, procurou trabalho ativamente e estava disponível para começar. Quem não procura trabalho não integra a força de trabalho, por isso, em países com “saída” massiva da força de trabalho, um desemprego baixo não significa ocupação alta — compare com a taxa de ocupação e a taxa de participação.

Importante: Os dados são estimativas modeladas da OIT, harmonizadas para uma definição comum; podem divergir dos números nacionais dos serviços de emprego.

Fonte: ILOSTAT (OIT), licença CC BY 4.0.