Renda dos 20% mais ricos — todos os países

Renda dos 20% mais ricos — Argentina

Renda dos 20% mais ricos na Argentina em 2024 — 47,9%. Posição 16 no mundo, de um total de 25. Desde 1980, o indicador aumentou 1,3 p.p..

2024 47,9% +0,1 p.p. vs 2023
Posição no mundo 16de 25
Máximo do período 57,8%2002
Mínimo do período 46,2%2013

Evolução ao longo do tempo

1980–2024 · % da renda

Renda dos 20% mais ricos — Argentina, 1980–20244550556019801985199019952000200520102015202020241980: 46,6%1986: 48,5%1987: 50,6%1991: 52,5%1992: 50,8%1993: 49,9%1994: 50,9%1995: 53,8%1996: 54%1997: 53,6%1998: 55,1%1999: 54,1%2000: 55,1%2001: 57%2002: 57,8%2003: 55%2004: 52,6%2005: 52,1%2006: 50,7%2007: 50,7%2008: 49,5%2009: 48,4%2010: 48,6%2011: 47,9%2012: 46,6%2013: 46,2%2014: 47%2016: 47,5%2017: 46,7%2018: 46,9%2019: 48,3%2020: 47,7%2021: 47,8%2022: 46,6%2023: 47,8%2024: 47,9%
Variação no período: +1,3 p.p. Média anual: 0,03 p.p.
Renda dos 20% mais ricos — Argentina, por ano Argentina Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2024 47,9 +0,1 p.p.
2023 47,8 +1,2 p.p.
2022 46,6 −1,2 p.p.
2021 47,8 +0,1 p.p.
2020 47,7 −0,6 p.p.
2019 48,3 +1,4 p.p.
2018 46,9 +0,2 p.p.
2017 46,7 −0,8 p.p.
2016 47,5
2014 47 +0,8 p.p.
2013 46,2 −0,4 p.p.
2012 46,6 −1,3 p.p.
2011 47,9 −0,7 p.p.
2010 48,6 +0,2 p.p.
2009 48,4 −1,1 p.p.
2008 49,5 −1,2 p.p.
2007 50,7 +0 p.p.
2006 50,7 −1,4 p.p.
2005 52,1 −0,5 p.p.
2004 52,6 −2,4 p.p.
2003 55 −2,8 p.p.
2002 57,8 +0,8 p.p.
2001 57 +1,9 p.p.
2000 55,1 +1 p.p.
1999 54,1 −1 p.p.
1998 55,1 +1,5 p.p.
1997 53,6 −0,4 p.p.
1996 54 +0,2 p.p.
1995 53,8 +2,9 p.p.
1994 50,9 +1 p.p.
1993 49,9 −0,9 p.p.
1992 50,8 −1,7 p.p.
1991 52,5
1987 50,6 +2,1 p.p.
1986 48,5
1980 46,6

América do Sul, 2024

O mesmo indicador nos países vizinhos — com link para as páginas deles

Sobre o indicador

Parcela da renda ou do consumo total que fica com os vinte por cento mais ricos da população. Em igualdade plena seriam vinte por cento; nos países mais desiguais da América Latina e do sul da África passa de sessenta. A razão entre essa parcela e a do quintil mais pobre — a chamada razão entre quintis extremos, S80/S20 — foi historicamente a primeira medida de desigualdade, e é mais clara que o Gini para falar da distância entre os polos.

Importante: Não há agregados por grupos de países pela mesma razão do índice de Gini: o quintil de um grupo não é a união dos quintis nacionais. As pesquisas domiciliares subestimam sistematicamente a renda dos mais ricos, por isso a desigualdade real é maior que a medida.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.