Renda dos 20% mais ricos — todos os países

Renda dos 20% mais ricos — Equador

Renda dos 20% mais ricos no Equador em 2025 — 51,5%. Posição 4 no mundo, de um total de 4. Desde 1987, o indicador caiu 2,9 p.p..

2025 51,5% +1,5 p.p. vs 2024
Posição no mundo 4de 4
Máximo do período 62,5%1999
Mínimo do período 49,8%2023

Evolução ao longo do tempo

1987–2025 · % da renda

Renda dos 20% mais ricos — Equador, 1987–20254550556065198719911995199920032007201120152019202320251987: 54,4%1994: 57,9%1995: 56%1998: 54,8%1999: 62,5%2000: 60,7%2003: 58,1%2004: 58,3%2005: 57,5%2006: 57%2007: 58%2008: 54,6%2009: 53,5%2010: 53,9%2011: 51%2012: 51,1%2013: 52,2%2014: 50,6%2015: 51,3%2016: 50,5%2017: 50,1%2018: 51%2019: 51%2020: 52,3%2021: 51,3%2022: 50,9%2023: 49,8%2024: 50%2025: 51,5%
Variação no período: −2,9 p.p. Média anual: -0,08 p.p.
Renda dos 20% mais ricos — Equador, por ano Equador Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2025 51,5 +1,5 p.p.
2024 50 +0,2 p.p.
2023 49,8 −1,1 p.p.
2022 50,9 −0,4 p.p.
2021 51,3 −1 p.p.
2020 52,3 +1,3 p.p.
2019 51 +0 p.p.
2018 51 +0,9 p.p.
2017 50,1 −0,4 p.p.
2016 50,5 −0,8 p.p.
2015 51,3 +0,7 p.p.
2014 50,6 −1,6 p.p.
2013 52,2 +1,1 p.p.
2012 51,1 +0,1 p.p.
2011 51 −2,9 p.p.
2010 53,9 +0,4 p.p.
2009 53,5 −1,1 p.p.
2008 54,6 −3,4 p.p.
2007 58 +1 p.p.
2006 57 −0,5 p.p.
2005 57,5 −0,8 p.p.
2004 58,3 +0,2 p.p.
2003 58,1
2000 60,7 −1,8 p.p.
1999 62,5 +7,7 p.p.
1998 54,8
1995 56 −1,9 p.p.
1994 57,9
1987 54,4

Sobre o indicador

Parcela da renda ou do consumo total que fica com os vinte por cento mais ricos da população. Em igualdade plena seriam vinte por cento; nos países mais desiguais da América Latina e do sul da África passa de sessenta. A razão entre essa parcela e a do quintil mais pobre — a chamada razão entre quintis extremos, S80/S20 — foi historicamente a primeira medida de desigualdade, e é mais clara que o Gini para falar da distância entre os polos.

Importante: Não há agregados por grupos de países pela mesma razão do índice de Gini: o quintil de um grupo não é a união dos quintis nacionais. As pesquisas domiciliares subestimam sistematicamente a renda dos mais ricos, por isso a desigualdade real é maior que a medida.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.