Emprego na agricultura — todos os países

Emprego na agricultura — Camarões

Emprego na agricultura nos Camarões em 2025 — 41,9%. Posição 36 no mundo, de um total de 182. Desde 1991, o indicador caiu 23,1 p.p..

2025 41,9% −0,5 p.p. vs 2024
Posição no mundo 36de 182
Máximo do período 65,7%1994
Mínimo do período 41,9%2025

Evolução ao longo do tempo

1991–2025 · % do emprego

Emprego na agricultura — Camarões, 1991–20254050607019911995199920032007201120152019202320251991: 65%1992: 65,3%1993: 65,7%1994: 65,7%1995: 65,5%1996: 65,3%1997: 65%1998: 64,7%1999: 64,4%2000: 64,1%2001: 63,7%2002: 63,3%2003: 62,7%2004: 61,7%2005: 60,8%2006: 60,3%2007: 59,8%2008: 58,3%2009: 56,7%2010: 55,1%2011: 53,3%2012: 51,4%2013: 49,5%2014: 47,6%2015: 46,7%2016: 45,7%2017: 44,8%2018: 43,9%2019: 43%2020: 44%2021: 43,8%2022: 43,3%2023: 42,9%2024: 42,4%2025: 41,9%
Variação no período: −23,1 p.p. Média anual: -0,68 p.p.

Comparação, 2025

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Camarões

Camarões 41,9%
Mundo 25,8%
África Central calculado 55%
Emprego na agricultura — Camarões, por ano Camarões Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2025 41,9 −0,5 p.p.
2024 42,4 −0,5 p.p.
2023 42,9 −0,4 p.p.
2022 43,3 −0,5 p.p.
2021 43,8 −0,2 p.p.
2020 44 +1 p.p.
2019 43 −0,8 p.p.
2018 43,9 −0,9 p.p.
2017 44,8 −0,9 p.p.
2016 45,7 −0,9 p.p.
2015 46,7 −1 p.p.
2014 47,6 −1,9 p.p.
2013 49,5 −1,9 p.p.
2012 51,4 −1,9 p.p.
2011 53,3 −1,8 p.p.
2010 55,1 −1,6 p.p.
2009 56,7 −1,6 p.p.
2008 58,3 −1,6 p.p.
2007 59,8 −0,5 p.p.
2006 60,3 −0,5 p.p.
2005 60,8 −0,9 p.p.
2004 61,7 −0,9 p.p.
2003 62,7 −0,7 p.p.
2002 63,3 −0,4 p.p.
2001 63,7 −0,3 p.p.
2000 64,1 −0,3 p.p.
1999 64,4 −0,3 p.p.
1998 64,7 −0,3 p.p.
1997 65 −0,3 p.p.
1996 65,3 −0,3 p.p.
1995 65,5 −0,2 p.p.
1994 65,7 +0 p.p.
1993 65,7 +0,4 p.p.
1992 65,3 +0,3 p.p.
1991 65

Sobre o indicador

Parcela do emprego total na agricultura, na silvicultura, na caça e na pesca. Comparada com a participação da agricultura no PIB, mostra a produtividade do setor: se o campo emprega 50% dos ocupados e gera 20% do PIB, a produtividade do trabalho ali é três vezes menor que a média da economia.

Fonte: ILOSTAT (OIT), licença CC BY 4.0.