Emprego na agricultura — todos os países

Emprego na agricultura — Angola

Emprego na agricultura em Angola em 2025 — 51,9%. Posição 20 no mundo, de um total de 182. Desde 1991, o indicador aumentou 22,8 p.p..

2025 51,9% −0,2 p.p. vs 2024
Posição no mundo 20de 182
Máximo do período 56,7%2021
Mínimo do período 29,1%1991

Evolução ao longo do tempo

1991–2025 · % do emprego

Emprego na agricultura — Angola, 1991–2025203040506019911995199920032007201120152019202320251991: 29,1%1992: 29,7%1993: 30,3%1994: 30,9%1995: 30,6%1996: 30,5%1997: 30,3%1998: 30,2%1999: 30,8%2000: 30,9%2001: 30,7%2002: 30,6%2003: 30,7%2004: 30,9%2005: 33,1%2006: 35,2%2007: 37,3%2008: 39,4%2009: 41,6%2010: 44,1%2011: 46,5%2012: 48,6%2013: 50,6%2014: 52,8%2015: 52,7%2016: 52,9%2017: 53%2018: 53,3%2019: 53,4%2020: 55,6%2021: 56,7%2022: 52,5%2023: 52,4%2024: 52,2%2025: 51,9%
Variação no período: +22,8 p.p. Média anual: 0,67 p.p.

Comparação, 2025

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Angola

Angola 51,9%
Mundo 25,8%
África Central calculado 55%
Emprego na agricultura — Angola, por ano Angola Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2025 51,9 −0,2 p.p.
2024 52,2 −0,3 p.p.
2023 52,4 −0,1 p.p.
2022 52,5 −4,2 p.p.
2021 56,7 +1,1 p.p.
2020 55,6 +2,1 p.p.
2019 53,4 +0,1 p.p.
2018 53,3 +0,3 p.p.
2017 53 +0,1 p.p.
2016 52,9 +0,2 p.p.
2015 52,7 −0,1 p.p.
2014 52,8 +2,1 p.p.
2013 50,6 +2 p.p.
2012 48,6 +2,1 p.p.
2011 46,5 +2,4 p.p.
2010 44,1 +2,5 p.p.
2009 41,6 +2,2 p.p.
2008 39,4 +2,1 p.p.
2007 37,3 +2,1 p.p.
2006 35,2 +2,1 p.p.
2005 33,1 +2,2 p.p.
2004 30,9 +0,2 p.p.
2003 30,7 +0,1 p.p.
2002 30,6 −0,2 p.p.
2001 30,7 −0,2 p.p.
2000 30,9 +0,1 p.p.
1999 30,8 +0,6 p.p.
1998 30,2 −0,1 p.p.
1997 30,3 −0,2 p.p.
1996 30,5 −0,1 p.p.
1995 30,6 −0,2 p.p.
1994 30,9 +0,6 p.p.
1993 30,3 +0,6 p.p.
1992 29,7 +0,6 p.p.
1991 29,1

Sobre o indicador

Parcela do emprego total na agricultura, na silvicultura, na caça e na pesca. Comparada com a participação da agricultura no PIB, mostra a produtividade do setor: se o campo emprega 50% dos ocupados e gera 20% do PIB, a produtividade do trabalho ali é três vezes menor que a média da economia.

Fonte: ILOSTAT (OIT), licença CC BY 4.0.