Gastos públicos com saúde per capita — todos os países

Gastos públicos com saúde per capita — América do Sul

Gastos públicos com saúde per capita na América do Sul em 2023 — 460 US$. Desde 2000, o indicador aumentou 225,6%.

2023 460 US$ +9,45% vs 2022
Posição no mundo
Máximo do período 460 US$2023
Mínimo do período 96 US$2002

Evolução ao longo do tempo

2000–2023 · US$ per capita

Gastos públicos com saúde per capita — América do Sul, 2000–202302004006002000200320062009201220152018202120232000: 141 US$2001: 128 US$2002: 96 US$2003: 102 US$2004: 117 US$2005: 148 US$2006: 185 US$2007: 228 US$2008: 279 US$2009: 297 US$2010: 369 US$2011: 429 US$2012: 428 US$2013: 456 US$2014: 460 US$2015: 409 US$2016: 392 US$2017: 447 US$2018: 383 US$2019: 363 US$2020: 334 US$2021: 389 US$2022: 421 US$2023: 460 US$
Variação no período: +319 (+225,62%) Taxa média anual: 5,27 %

Comparação, 2023

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: América do Sul

América do Sul 460 US$
Mundo 804 US$
Gastos públicos com saúde per capita — América do Sul, por ano América do Sul Todos os países CSV XLSX
Ano US$ Variação Variação, %
2023 460 +40 +9,45%
2022 421 +32 +8,26%
2021 389 +54 +16,27%
2020 334 −29 −8,01%
2019 363 −20 −5,24%
2018 383 −64 −14,26%
2017 447 +55 +14%
2016 392 −17 −4,14%
2015 409 −51 −11,01%
2014 460 +3 +0,74%
2013 456 +29 +6,66%
2012 428 −1 −0,16%
2011 429 +60 +16,13%
2010 369 +72 +24,04%
2009 297 +18 +6,55%
2008 279 +51 +22,59%
2007 228 +43 +23,33%
2006 185 +36 +24,38%
2005 148 +32 +26,95%
2004 117 +15 +14,68%
2003 102 +6 +5,74%
2002 96 −32 −24,92%
2001 128 −13 −9,13%
2000 141

Sobre o indicador

Gastos públicos com saúde em dólares americanos correntes por pessoa. De todos os indicadores de gastos, é este que mais separa os países: a diferença entre o topo e a base da tabela supera mil vezes, enquanto pela participação no PIB ela raramente passa de cinco vezes. A razão é simples — a participação é calculada sobre economias de tamanhos diferentes.

Importante: Conversão pela taxa de câmbio de mercado, e não pela paridade do poder de compra: o volume real de atendimento médico obtido por um dólar nos países de renda baixa é bem maior, por isso a diferença na tabela exagera a diferença nos serviços.

Fonte: Global Health Observatory (OMS), licença CC BY-NC-SA 3.0 IGO.