Recursos hídricos per capita — todos os países

Recursos hídricos per capita — Somália

Recursos hídricos per capita na Somália em 2022 — 337 m³/pess.. Posição 159 no mundo, de um total de 181. Desde 1961, o indicador caiu 83,4%.

2022 337 m³/pess. −2,98% vs 2021
Posição no mundo 159de 181
Máximo do período 2.032 m³/pess.1961
Mínimo do período 337 m³/pess.2022

Evolução ao longo do tempo

1961–2022 · m³ per capita

Recursos hídricos per capita — Somália, 1961–202201.0002.0003.00019611968197519821989199620032010201720221961: 2.032 m³/pess.1963: 1.929 m³/pess.1965: 1.830 m³/pess.1967: 1.737 m³/pess.1969: 1.648 m³/pess.1971: 1.563 m³/pess.1973: 1.483 m³/pess.1975: 1.409 m³/pess.1977: 1.338 m³/pess.1979: 1.101 m³/pess.1981: 1.003 m³/pess.1983: 968 m³/pess.1985: 896 m³/pess.1987: 830 m³/pess.1989: 843 m³/pess.1991: 881 m³/pess.1993: 898 m³/pess.1995: 824 m³/pess.1997: 767 m³/pess.1999: 707 m³/pess.2001: 652 m³/pess.2003: 606 m³/pess.2005: 564 m³/pess.2007: 530 m³/pess.2009: 502 m³/pess.2011: 486 m³/pess.2013: 466 m³/pess.2015: 435 m³/pess.2017: 402 m³/pess.2019: 374 m³/pess.2021: 347 m³/pess.2022: 337 m³/pess.
Variação no período: −1.695 (−83,42%) Taxa média anual: -2,9 %

Comparação, 2022

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Somália

Somália 337 m³/pess.
Mundo 5.393 m³/pess.
África Subsaariana 3.162 m³/pess.
África Oriental calculado 1.836 m³/pess.
Países de renda baixa calculado 3.206 m³/pess.
Recursos hídricos per capita — Somália, por ano Somália Todos os países CSV XLSX
Ano m³/pess. Variação Variação, %
2022 337 −10 −2,98%
2021 347 −13 −3,59%
2020 360 −14 −3,72%
2019 374 −14 −3,61%
2018 388 −14 −3,47%
2017 402 −16 −3,81%
2016 418 −16 −3,78%
2015 435 −15 −3,39%
2014 450 −16 −3,52%
2013 466 −15 −3,17%
2012 481 −4 −0,9%
2011 486 −3 −0,71%
2010 489 −12 −2,45%
2009 502 −13 −2,49%
2008 514 −15 −2,92%
2007 530 −17 −3,07%
2006 547 −17 −3,02%
2005 564 −20 −3,41%
2004 584 −22 −3,62%
2003 606 −23 −3,62%
2002 628 −24 −3,68%
2001 652 −27 −3,91%
2000 679 −28 −3,92%
1999 707 −29 −3,96%
1998 736 −31 −4,06%
1997 767 −27 −3,45%
1996 794 −29 −3,57%
1995 824 −30 −3,54%
1994 854 −44 −4,92%
1993 898 −26 −2,79%
1992 924 +43 +4,91%
1991 881 +33 +3,95%
1990 847 +4 +0,45%
1989 843 +14 +1,69%
1988 829 −1 −0,1%
1987 830 −30 −3,51%
1986 860 −36 −4,04%
1985 896 −37 −3,96%
1984 933 −35 −3,58%
1983 968 −31 −3,14%
1982 999 −4 −0,35%
1981 1.003 −8 −0,78%
1980 1.011 −90 −8,2%
1979 1.101 −145 −11,64%
1978 1.246 −92 −6,87%
1977 1.338 −36 −2,64%
1976 1.374 −35 −2,48%
1975 1.409 −36 −2,48%
1974 1.445 −38 −2,56%
1973 1.483 −40 −2,62%
1972 1.523 −40 −2,58%
1971 1.563 −42 −2,59%
1970 1.605 −43 −2,61%
1969 1.648 −44 −2,59%
1968 1.692 −45 −2,6%
1967 1.737 −46 −2,59%
1966 1.783 −47 −2,59%
1965 1.830 −49 −2,6%
1964 1.879 −50 −2,58%
1963 1.929 −51 −2,58%
1962 1.980 −52 −2,58%
1961 2.032

Sobre o indicador

Recursos internos renováveis de água doce divididos pela população. É por esta medida que se costuma julgar a escassez de água: abaixo de 1.700 metros cúbicos por habitante ao ano fala-se de tensão hídrica; abaixo de 1.000, de escassez; abaixo de 500, de escassez absoluta. O indicador cai mesmo onde a água não diminui — apenas pelo crescimento da população —, e por esta série se vê quais países entram na escassez por via demográfica.

Importante: O valor de um grupo são todos os seus recursos hídricos sobre toda a sua população. Os limiares de 1.700, 1.000 e 500 m³ são referências de uso comum, e não uma classificação oficial.

Fonte: FAOSTAT (FAO), licença CC BY 4.0.