Recursos hídricos per capita — todos os países

Recursos hídricos per capita — Ruanda

Recursos hídricos per capita em Ruanda em 2022 — 696 m³/pess.. Posição 146 no mundo, de um total de 181. Desde 1961, o indicador caiu 77,2%.

2022 696 m³/pess. −2,17% vs 2021
Posição no mundo 146de 181
Máximo do período 3.058 m³/pess.1961
Mínimo do período 696 m³/pess.2022

Evolução ao longo do tempo

1961–2022 · m³ per capita

Recursos hídricos per capita — Ruanda, 1961–202201.0002.0003.0004.00019611968197519821989199620032010201720221961: 3.058 m³/pess.1963: 2.915 m³/pess.1965: 2.775 m³/pess.1967: 2.617 m³/pess.1969: 2.460 m³/pess.1971: 2.317 m³/pess.1973: 2.186 m³/pess.1975: 2.062 m³/pess.1977: 1.943 m³/pess.1979: 1.831 m³/pess.1981: 1.719 m³/pess.1983: 1.609 m³/pess.1985: 1.504 m³/pess.1987: 1.408 m³/pess.1989: 1.322 m³/pess.1991: 1.262 m³/pess.1993: 1.190 m³/pess.1995: 1.674 m³/pess.1997: 1.225 m³/pess.1999: 1.166 m³/pess.2001: 1.146 m³/pess.2003: 1.106 m³/pess.2005: 1.049 m³/pess.2007: 995 m³/pess.2009: 944 m³/pess.2011: 898 m³/pess.2013: 856 m³/pess.2015: 816 m³/pess.2017: 779 m³/pess.2019: 744 m³/pess.2021: 711 m³/pess.2022: 696 m³/pess.
Variação no período: −2.362 (−77,24%) Taxa média anual: -2,4 %

Comparação, 2022

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Ruanda

Ruanda 696 m³/pess.
Mundo 5.393 m³/pess.
África Subsaariana 3.162 m³/pess.
África Oriental calculado 1.836 m³/pess.
Países de renda baixa calculado 3.206 m³/pess.
Recursos hídricos per capita — Ruanda, por ano Ruanda Todos os países CSV XLSX
Ano m³/pess. Variação Variação, %
2022 696 −15 −2,17%
2021 711 −16 −2,17%
2020 727 −16 −2,22%
2019 744 −17 −2,26%
2018 761 −18 −2,29%
2017 779 −18 −2,32%
2016 797 −19 −2,34%
2015 816 −20 −2,36%
2014 836 −20 −2,39%
2013 856 −21 −2,37%
2012 877 −21 −2,37%
2011 898 −22 −2,42%
2010 921 −24 −2,49%
2009 944 −25 −2,55%
2008 969 −26 −2,59%
2007 995 −27 −2,63%
2006 1.022 −28 −2,63%
2005 1.049 −28 −2,63%
2004 1.077 −29 −2,61%
2003 1.106 −25 −2,17%
2002 1.131 −15 −1,35%
2001 1.146 −10 −0,88%
2000 1.157 −9 −0,8%
1999 1.166 −10 −0,81%
1998 1.175 −49 −4,04%
1997 1.225 −191 −13,49%
1996 1.416 −258 −15,42%
1995 1.674 +276 +19,71%
1994 1.399 +208 +17,5%
1993 1.190 −46 −3,73%
1992 1.236 −26 −2,03%
1991 1.262 −26 −2,01%
1990 1.288 −34 −2,58%
1989 1.322 −41 −3,02%
1988 1.363 −44 −3,14%
1987 1.408 −47 −3,22%
1986 1.454 −49 −3,29%
1985 1.504 −52 −3,32%
1984 1.555 −53 −3,31%
1983 1.609 −55 −3,28%
1982 1.663 −55 −3,23%
1981 1.719 −56 −3,15%
1980 1.775 −56 −3,06%
1979 1.831 −56 −2,97%
1978 1.887 −57 −2,92%
1977 1.943 −58 −2,91%
1976 2.002 −60 −2,91%
1975 2.062 −62 −2,9%
1974 2.123 −63 −2,89%
1973 2.186 −65 −2,87%
1972 2.251 −66 −2,85%
1971 2.317 −69 −2,91%
1970 2.387 −74 −3%
1969 2.460 −77 −3,04%
1968 2.537 −80 −3,06%
1967 2.617 −80 −2,97%
1966 2.698 −78 −2,79%
1965 2.775 −74 −2,58%
1964 2.849 −66 −2,28%
1963 2.915 −67 −2,24%
1962 2.982 −76 −2,49%
1961 3.058

Sobre o indicador

Recursos internos renováveis de água doce divididos pela população. É por esta medida que se costuma julgar a escassez de água: abaixo de 1.700 metros cúbicos por habitante ao ano fala-se de tensão hídrica; abaixo de 1.000, de escassez; abaixo de 500, de escassez absoluta. O indicador cai mesmo onde a água não diminui — apenas pelo crescimento da população —, e por esta série se vê quais países entram na escassez por via demográfica.

Importante: O valor de um grupo são todos os seus recursos hídricos sobre toda a sua população. Os limiares de 1.700, 1.000 e 500 m³ são referências de uso comum, e não uma classificação oficial.

Fonte: FAOSTAT (FAO), licença CC BY 4.0.