Recursos hídricos per capita — todos os países

Recursos hídricos per capita — Hungria

Recursos hídricos per capita na Hungria em 2022 — 625 m³/pess.. Posição 148 no mundo, de um total de 181. Desde 1961, o indicador aumentou 4,4%.

2022 625 m³/pess. +0,27% vs 2021
Posição no mundo 148de 181
Máximo do período 625 m³/pess.2022
Mínimo do período 560 m³/pess.1981

Evolução ao longo do tempo

1961–2022 · m³ per capita

Recursos hídricos per capita — Hungria, 1961–202256058060062064019611968197519821989199620032010201720221961: 598 m³/pess.1963: 595 m³/pess.1965: 591 m³/pess.1967: 587 m³/pess.1969: 583 m³/pess.1971: 579 m³/pess.1973: 575 m³/pess.1975: 569 m³/pess.1977: 563 m³/pess.1979: 561 m³/pess.1981: 560 m³/pess.1983: 561 m³/pess.1985: 563 m³/pess.1987: 565 m³/pess.1989: 572 m³/pess.1991: 578 m³/pess.1993: 579 m³/pess.1995: 581 m³/pess.1997: 583 m³/pess.1999: 586 m³/pess.2001: 589 m³/pess.2003: 592 m³/pess.2005: 595 m³/pess.2007: 597 m³/pess.2009: 599 m³/pess.2011: 602 m³/pess.2013: 608 m³/pess.2015: 612 m³/pess.2017: 617 m³/pess.2019: 619 m³/pess.2021: 623 m³/pess.2022: 625 m³/pess.
Variação no período: +26 (+4,4%) Taxa média anual: 0,07 %

Comparação, 2022

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Hungria

Hungria 625 m³/pess.
Mundo 5.393 m³/pess.
Europa e Ásia Central 7.674 m³/pess.
Europa Oriental calculado 15.965 m³/pess.
Países de renda alta calculado 10.978 m³/pess.
Recursos hídricos per capita — Hungria, por ano Hungria Todos os países CSV XLSX
Ano m³/pess. Variação Variação, %
2022 625 +2 +0,27%
2021 623 +3 +0,41%
2020 620 +2 +0,25%
2019 619 +1 +0,13%
2018 618 +1 +0,2%
2017 617 +2 +0,34%
2016 615 +2 +0,39%
2015 612 +2 +0,36%
2014 610 +2 +0,4%
2013 608 +3 +0,48%
2012 605 +3 +0,52%
2011 602 +2 +0,28%
2010 600 +1 +0,23%
2009 599 +1 +0,16%
2008 598 +1 +0,18%
2007 597 +1 +0,16%
2006 596 +1 +0,16%
2005 595 +1 +0,2%
2004 594 +1 +0,22%
2003 592 +2 +0,29%
2002 591 +2 +0,29%
2001 589 +1 +0,23%
2000 588 +2 +0,26%
1999 586 +2 +0,28%
1998 584 +1 +0,23%
1997 583 +1 +0,2%
1996 582 +1 +0,17%
1995 581 +1 +0,14%
1994 580 +1 +0,14%
1993 579 +1 +0,11%
1992 579 +0 +0,04%
1991 578 +0 +0,01%
1990 578 +6 +1,04%
1989 572 +6 +1,09%
1988 566 +1 +0,15%
1987 565 +1 +0,17%
1986 564 +1 +0,17%
1985 563 +1 +0,18%
1984 562 +1 +0,2%
1983 561 +1 +0,15%
1982 560 +0 +0,06%
1981 560 −0 −0,01%
1980 560 −0 −0,07%
1979 561 −1 −0,18%
1978 562 −2 −0,34%
1977 563 −3 −0,46%
1976 566 −3 −0,55%
1975 569 −3 −0,59%
1974 573 −3 −0,45%
1973 575 −2 −0,32%
1972 577 −2 −0,3%
1971 579 −2 −0,29%
1970 580 −2 −0,38%
1969 583 −2 −0,42%
1968 585 −2 −0,38%
1967 587 −2 −0,37%
1966 589 −2 −0,3%
1965 591 −2 −0,28%
1964 593 −2 −0,32%
1963 595 −2 −0,27%
1962 596 −2 −0,33%
1961 598

Sobre o indicador

Recursos internos renováveis de água doce divididos pela população. É por esta medida que se costuma julgar a escassez de água: abaixo de 1.700 metros cúbicos por habitante ao ano fala-se de tensão hídrica; abaixo de 1.000, de escassez; abaixo de 500, de escassez absoluta. O indicador cai mesmo onde a água não diminui — apenas pelo crescimento da população —, e por esta série se vê quais países entram na escassez por via demográfica.

Importante: O valor de um grupo são todos os seus recursos hídricos sobre toda a sua população. Os limiares de 1.700, 1.000 e 500 m³ são referências de uso comum, e não uma classificação oficial.

Fonte: FAOSTAT (FAO), licença CC BY 4.0.