População em favelas na Guiné Equatorial em 2022 — 64,7%. Posição 168 no mundo, de um total de 181. Desde 2000, o indicador aumentou 11,8 p.p..
2000–2022 · % da população urbana
Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Guiné Equatorial
| Ano | % | Variação, p.p. |
|---|---|---|
| 2022 | 64,7 | — |
| 2020 | 64,9 | — |
| 2018 | 64,7 | — |
| 2016 | 63,5 | — |
| 2014 | 62,4 | — |
| 2012 | 61,4 | — |
| 2010 | 60,6 | — |
| 2008 | 59,9 | — |
| 2006 | 59,2 | — |
| 2004 | 58,8 | — |
| 2002 | 60,1 | — |
| 2000 | 52,9 | — |
O mesmo indicador nos países vizinhos — com link para as páginas deles
Proporção da população urbana que vive em favelas, conforme a definição do Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos. Um domicílio é considerado favelado se lhe falta ao menos um de cinco itens: acesso a água limpa, acesso a saneamento, área habitável suficiente, solidez da moradia ou proteção contra despejo forçado. A definição se faz por carências, e não pela aparência — por isso entram nas favelas também bairros de construção sólida sem rede de esgoto.
Importante: O agregado por grupos de países é ponderado pela população urbana, e não por toda a população: o indicador é calculado sobre a urbana. Os dados são coletados de forma irregular, e os anos são descontínuos.
Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.