Reservas em meses de importações — todos os países

Reservas em meses de importações — América do Sul

Reservas em meses de importações na América do Sul em 2024 — 6,79 meses. Desde 1977, o indicador aumentou 15,1%.

2024 6,79 meses −4,85% vs 2023
Posição no mundo
Máximo do período 11,92 meses2020
Mínimo do período 4,08 meses1982

Evolução ao longo do tempo

1977–2024 · meses de importações

Reservas em meses de importações — América do Sul, 1977–202405101519771982198719921997200220072012201720221977: 5,89 meses1978: 6,8 meses1979: 7,49 meses1980: 5,98 meses1981: 4,75 meses1982: 4,08 meses1983: 4,73 meses1984: 5,56 meses1985: 6,43 meses1986: 5,61 meses1987: 4,98 meses1988: 4,4 meses1989: 4,38 meses1990: 5,47 meses1991: 4,96 meses1992: 6,82 meses1993: 7,08 meses1994: 7,24 meses1995: 6,9 meses1996: 7,44 meses1997: 6,29 meses1998: 5,75 meses1999: 6,15 meses2000: 5,33 meses2001: 5,16 meses2002: 5,85 meses2003: 6,43 meses2004: 5,82 meses2005: 5,3 meses2006: 5,77 meses2007: 7,97 meses2008: 6,71 meses2009: 9,91 meses2010: 8,16 meses2011: 7,95 meses2012: 8,11 meses2013: 7,84 meses2014: 8,34 meses2015: 9,93 meses2016: 11,07 meses2017: 10,3 meses2018: 9,45 meses2019: 9,27 meses2020: 11,92 meses2021: 8,78 meses2022: 6,62 meses2023: 7,13 meses2024: 6,79 meses
Variação no período: +0,89 (+15,12%) Taxa média anual: 0,3 %

Comparação, 2024

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: América do Sul

América do Sul 6,79 meses
Mundo 8,8 meses
Reservas em meses de importações — América do Sul, por ano América do Sul Todos os países CSV XLSX
Ano meses Variação Variação, %
2024 6,79 −0,35 −4,85%
2023 7,13 +0,52 +7,8%
2022 6,62 −2,17 −24,66%
2021 8,78 −3,14 −26,35%
2020 11,92 +2,65 +28,55%
2019 9,27 −0,17 −1,84%
2018 9,45 −0,85 −8,28%
2017 10,3 −0,77 −6,97%
2016 11,07 +1,15 +11,54%
2015 9,93 +1,58 +18,97%
2014 8,34 +0,51 +6,45%
2013 7,84 −0,28 −3,4%
2012 8,11 +0,17 +2,12%
2011 7,95 −0,21 −2,6%
2010 8,16 −1,75 −17,65%
2009 9,91 +3,2 +47,65%
2008 6,71 −1,26 −15,86%
2007 7,97 +2,2 +38,13%
2006 5,77 +0,47 +8,83%
2005 5,3 −0,52 −8,93%
2004 5,82 −0,61 −9,49%
2003 6,43 +0,58 +9,95%
2002 5,85 +0,69 +13,39%
2001 5,16 −0,16 −3,08%
2000 5,33 −0,82 −13,37%
1999 6,15 +0,39 +6,86%
1998 5,75 −0,53 −8,49%
1997 6,29 −1,16 −15,55%
1996 7,44 +0,55 +7,92%
1995 6,9 −0,35 −4,8%
1994 7,24 +0,16 +2,27%
1993 7,08 +0,26 +3,87%
1992 6,82 +1,86 +37,59%
1991 4,96 −0,52 −9,46%
1990 5,47 +1,09 +24,89%
1989 4,38 −0,02 −0,49%
1988 4,4 −0,58 −11,59%
1987 4,98 −0,63 −11,23%
1986 5,61 −0,82 −12,77%
1985 6,43 +0,88 +15,8%
1984 5,56 +0,82 +17,4%
1983 4,73 +0,65 +15,9%
1982 4,08 −0,67 −14,02%
1981 4,75 −1,23 −20,62%
1980 5,98 −1,5 −20,07%
1979 7,49 +0,69 +10,14%
1978 6,8 +0,9 +15,3%
1977 5,89

Sobre o indicador

Relação entre as reservas internacionais e a importação média mensal de bens e serviços. O parâmetro mínimo de suficiência mais aceito é de três meses de importações; abaixo desse nível o país fica vulnerável a choques externos e à interrupção da entrada de capital.

Importante: O agregado é ponderado pelas importações: são todas as reservas do grupo divididas pela sua importação média mensal. Ponderar por população ou PIB não serve aqui — o denominador do indicador é justamente a importação.

Fonte: World Economic Outlook (FMI), licença Dados abertos do FMI.