Reservas em meses de importações — todos os países

Reservas em meses de importações — Panamá

Reservas em meses de importações no Panamá em 2025 — 1,74 meses. Posição 75 no mundo, de um total de 87. Desde 1977, o indicador aumentou 215,9%.

2025 1,74 meses −13,03% vs 2024
Posição no mundo 75de 87
Máximo do período 5,47 meses2020
Mínimo do período 0,12 meses1982

Evolução ao longo do tempo

1977–2025 · meses de importações

Reservas em meses de importações — Panamá, 1977–20250246197719821987199219972002200720122017202220251977: 0,55 meses1978: 0,93 meses1979: 0,49 meses1980: 0,17 meses1981: 0,15 meses1982: 0,12 meses1983: 0,34 meses1984: 0,37 meses1985: 0,18 meses1986: 0,32 meses1987: 0,17 meses1988: 0,22 meses1989: 0,31 meses1990: 0,74 meses1991: 0,86 meses1992: 0,76 meses1993: 0,89 meses1994: 0,96 meses1995: 0,95 meses1996: 1,13 meses1997: 1,32 meses1998: 1,03 meses1999: 0,99 meses2000: 0,85 meses2001: 1,34 meses2002: 1,6 meses2003: 1,32 meses2004: 0,7 meses2005: 1,12 meses2006: 1,1 meses2007: 1,23 meses2008: 1,2 meses2009: 1,76 meses2010: 1,28 meses2011: 0,81 meses2012: 0,81 meses2013: 0,94 meses2014: 1,31 meses2015: 1,24 meses2016: 1,47 meses2017: 0,99 meses2018: 0,71 meses2019: 1,22 meses2020: 5,47 meses2021: 3,57 meses2022: 2,17 meses2023: 1,84 meses2024: 2 meses2025: 1,74 meses
Variação no período: +1,19 (+215,95%) Taxa média anual: 2,43 %

Comparação, 2025

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Panamá

Panamá 1,74 meses
Mundo 8,89 meses
Reservas em meses de importações — Panamá, por ano Panamá Todos os países CSV XLSX
Ano meses Variação Variação, %
2025 1,74 −0,26 −13,03%
2024 2 +0,16 +8,93%
2023 1,84 −0,33 −15,38%
2022 2,17 −1,4 −39,11%
2021 3,57 −1,9 −34,75%
2020 5,47 +4,26 +350,37%
2019 1,22 +0,5 +70,26%
2018 0,71 −0,27 −27,56%
2017 0,99 −0,48 −32,75%
2016 1,47 +0,22 +17,86%
2015 1,24 −0,06 −4,92%
2014 1,31 +0,37 +39,63%
2013 0,94 +0,13 +15,91%
2012 0,81 −0,01 −0,71%
2011 0,81 −0,46 −36,27%
2010 1,28 −0,48 −27,29%
2009 1,76 +0,56 +46,71%
2008 1,2 −0,03 −2,63%
2007 1,23 +0,13 +11,87%
2006 1,1 −0,02 −2,22%
2005 1,12 +0,43 +61,69%
2004 0,7 −0,62 −47,33%
2003 1,32 −0,28 −17,42%
2002 1,6 +0,26 +19,12%
2001 1,34 +0,5 +58,69%
2000 0,85 −0,15 −14,69%
1999 0,99 −0,04 −4,17%
1998 1,03 −0,28 −21,37%
1997 1,32 +0,18 +16%
1996 1,13 +0,18 +19,42%
1995 0,95 −0,01 −1,33%
1994 0,96 +0,07 +8,27%
1993 0,89 +0,13 +16,52%
1992 0,76 −0,1 −11,49%
1991 0,86 +0,12 +16,8%
1990 0,74 +0,43 +141,13%
1989 0,31 +0,09 +38,8%
1988 0,22 +0,05 +32,34%
1987 0,17 −0,15 −47,54%
1986 0,32 +0,14 +74,7%
1985 0,18 −0,19 −51,17%
1984 0,37 +0,03 +8,95%
1983 0,34 +0,22 +174,77%
1982 0,12 −0,02 −16,16%
1981 0,15 −0,02 −13,44%
1980 0,17 −0,32 −65,04%
1979 0,49 −0,44 −47,07%
1978 0,93 +0,37 +67,82%
1977 0,55

América Central, 2025

O mesmo indicador nos países vizinhos — com link para as páginas deles

Sobre o indicador

Relação entre as reservas internacionais e a importação média mensal de bens e serviços. O parâmetro mínimo de suficiência mais aceito é de três meses de importações; abaixo desse nível o país fica vulnerável a choques externos e à interrupção da entrada de capital.

Importante: O agregado é ponderado pelas importações: são todas as reservas do grupo divididas pela sua importação média mensal. Ponderar por população ou PIB não serve aqui — o denominador do indicador é justamente a importação.

Fonte: World Economic Outlook (FMI), licença Dados abertos do FMI.