Reservas em meses de importações — todos os países

Reservas em meses de importações — México

Reservas em meses de importações no México em 2025 — 3,75 meses. Posição 55 no mundo, de um total de 87. Desde 1979, o indicador aumentou 119,3%.

2025 3,75 meses +5,61% vs 2024
Posição no mundo 55de 87
Máximo do período 5,95 meses1987
Mínimo do período 0,61 meses1982

Evolução ao longo do tempo

1979–2025 · meses de importações

Reservas em meses de importações — México, 1979–2025024619791984198919941999200420092014201920241979: 1,71 meses1980: 1,5 meses1981: 1,32 meses1982: 0,61 meses1983: 2,38 meses1984: 3,22 meses1985: 2,18 meses1986: 2,97 meses1987: 5,95 meses1988: 2,07 meses1989: 1,81 meses1990: 2,31 meses1991: 3,56 meses1992: 3,19 meses1993: 4,06 meses1994: 0,88 meses1995: 2,83 meses1996: 2,71 meses1997: 3,41 meses1998: 2,45 meses1999: 2,21 meses2000: 2,02 meses2001: 2,64 meses2002: 2,98 meses2003: 3,44 meses2004: 3,29 meses2005: 3,31 meses2006: 2,97 meses2007: 3,07 meses2008: 3,11 meses2009: 4,19 meses2010: 4,05 meses2011: 4,28 meses2012: 4,48 meses2013: 4,57 meses2014: 4,81 meses2015: 4,46 meses2016: 4,55 meses2017: 4,12 meses2018: 3,75 meses2019: 3,92 meses2020: 5,08 meses2021: 4,12 meses2022: 3,32 meses2023: 3,44 meses2024: 3,55 meses2025: 3,75 meses
Variação no período: +2,04 (+119,27%) Taxa média anual: 1,72 %

Comparação, 2025

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: México

México 3,75 meses
Mundo 8,89 meses
Reservas em meses de importações — México, por ano México Todos os países CSV XLSX
Ano meses Variação Variação, %
2025 3,75 +0,2 +5,61%
2024 3,55 +0,1 +3,04%
2023 3,44 +0,12 +3,63%
2022 3,32 −0,8 −19,45%
2021 4,12 −0,96 −18,8%
2020 5,08 +1,16 +29,72%
2019 3,92 +0,17 +4,52%
2018 3,75 −0,38 −9,1%
2017 4,12 −0,43 −9,38%
2016 4,55 +0,09 +1,97%
2015 4,46 −0,35 −7,18%
2014 4,81 +0,24 +5,24%
2013 4,57 +0,08 +1,81%
2012 4,48 +0,21 +4,87%
2011 4,28 +0,22 +5,49%
2010 4,05 −0,13 −3,19%
2009 4,19 +1,08 +34,83%
2008 3,11 +0,04 +1,19%
2007 3,07 +0,1 +3,46%
2006 2,97 −0,35 −10,45%
2005 3,31 +0,03 +0,76%
2004 3,29 −0,15 −4,44%
2003 3,44 +0,46 +15,45%
2002 2,98 +0,34 +13,01%
2001 2,64 +0,62 +30,69%
2000 2,02 −0,19 −8,67%
1999 2,21 −0,24 −9,8%
1998 2,45 −0,96 −28,08%
1997 3,41 +0,69 +25,64%
1996 2,71 −0,11 −4,06%
1995 2,83 +1,94 +219,95%
1994 0,88 −3,18 −78,27%
1993 4,06 +0,88 +27,47%
1992 3,19 −0,37 −10,31%
1991 3,56 +1,25 +54,22%
1990 2,31 +0,49 +27,06%
1989 1,81 −0,26 −12,42%
1988 2,07 −3,88 −65,2%
1987 5,95 +2,98 +100,25%
1986 2,97 +0,79 +36,14%
1985 2,18 −1,04 −32,2%
1984 3,22 +0,85 +35,57%
1983 2,38 +1,76 +288,24%
1982 0,61 −0,71 −53,77%
1981 1,32 −0,17 −11,5%
1980 1,5 −0,21 −12,45%
1979 1,71

América Central, 2025

O mesmo indicador nos países vizinhos — com link para as páginas deles

Sobre o indicador

Relação entre as reservas internacionais e a importação média mensal de bens e serviços. O parâmetro mínimo de suficiência mais aceito é de três meses de importações; abaixo desse nível o país fica vulnerável a choques externos e à interrupção da entrada de capital.

Importante: O agregado é ponderado pelas importações: são todas as reservas do grupo divididas pela sua importação média mensal. Ponderar por população ou PIB não serve aqui — o denominador do indicador é justamente a importação.

Fonte: World Economic Outlook (FMI), licença Dados abertos do FMI.