Remessas recebidas — todos os países

Remessas recebidas — Tuvalu

Remessas recebidas em Tuvalu em 2023 — 2.592.766 US$. Posição 171 no mundo, de um total de 173. Desde 2001, o indicador caiu 39%.

2023 2,59 mi US$ +4,93% vs 2022
Posição no mundo 171de 173
Máximo do período 6,54 mi US$2002
Mínimo do período 2,2 mi US$2020

Evolução ao longo do tempo

2001–2023 · US$

Remessas recebidas — Tuvalu, 2001–202302 mi4 mi6 mi8 mi200120042007201020132016201920222001: 4.250.754 US$2002: 6.542.336 US$2003: 5.077.522 US$2004: 4.861.511 US$2005: 4.932.020 US$2006: 3.663.470 US$2007: 5.604.763 US$2008: 5.963.466 US$2009: 4.827.113 US$2010: 3.919.901 US$2011: 4.582.719 US$2012: 3.835.898 US$2013: 3.671.693 US$2014: 3.243.647 US$2015: 2.634.245 US$2016: 2.546.855 US$2017: 2.742.201 US$2018: 2.670.025 US$2019: 2.405.072 US$2020: 2.200.935 US$2021: 2.949.715 US$2022: 2.471.060 US$2023: 2.592.766 US$
Variação no período: −1,66 mi (−39%) Taxa média anual: -2,22 %

Comparação, 2023

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Tuvalu

Tuvalu 2,59 mi US$
Mundo 796 bi US$
Países de renda média-alta calculado 210 bi US$
Remessas recebidas — Tuvalu, por ano Tuvalu Todos os países CSV XLSX
Ano US$ Variação Variação, %
2023 2,59 mi +121.707 +4,93%
2022 2,47 mi −478.655 −16,23%
2021 2,95 mi +748.780 +34,02%
2020 2,2 mi −204.137 −8,49%
2019 2,41 mi −264.953 −9,92%
2018 2,67 mi −72.176 −2,63%
2017 2,74 mi +195.347 +7,67%
2016 2,55 mi −87.390 −3,32%
2015 2,63 mi −609.402 −18,79%
2014 3,24 mi −428.046 −11,66%
2013 3,67 mi −164.205 −4,28%
2012 3,84 mi −746.821 −16,3%
2011 4,58 mi +662.819 +16,91%
2010 3,92 mi −907.212 −18,79%
2009 4,83 mi −1,14 mi −19,06%
2008 5,96 mi +358.703 +6,4%
2007 5,6 mi +1,94 mi +52,99%
2006 3,66 mi −1,27 mi −25,72%
2005 4,93 mi +70.509 +1,45%
2004 4,86 mi −216.010 −4,25%
2003 5,08 mi −1,46 mi −22,39%
2002 6,54 mi +2,29 mi +53,91%
2001 4,25 mi

Polinésia, 2023

O mesmo indicador nos países vizinhos — com link para as páginas deles

Sobre o indicador

Remessas pessoais recebidas pelo país: os ganhos de trabalhadores migrantes enviados para casa, mais as transferências entre famílias. Em cerca de vinte países esse fluxo é maior do que qualquer item de exportação e, em alguns, supera um quinto do PIB — ou seja, as remessas se tornam o principal vínculo externo da economia, mais estável do que o investimento direto e do que a assistência externa: em crises elas normalmente não caem, e sim crescem, porque os migrantes ajudam mais as suas famílias.

Importante: Estão contabilizadas apenas as remessas feitas por bancos e por empresas de transferência de dinheiro. O dinheiro em espécie levado pessoalmente não entra na estatística, por isso os volumes reais são maiores — de forma perceptível, segundo as estimativas.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.