Remessas recebidas — todos os países

Remessas recebidas — Tunísia

Remessas recebidas na Tunísia em 2024 — 3.256.966.864 US$. Posição 52 no mundo, de um total de 160. Desde 1976, o indicador aumentou 2.189,4%.

2024 3,26 bi US$ +13,4% vs 2023
Posição no mundo 52de 160
Máximo do período 3,26 bi US$2024
Mínimo do período 142 mi US$1976

Evolução ao longo do tempo

1976–2024 · US$

Remessas recebidas — Tunísia, 1976–202401 bi2 bi3 bi4 bi197619811986199119962001200620112016202120241976: 142.265.762 US$1977: 167.851.730 US$1978: 221.063.065 US$1979: 282.928.925 US$1980: 318.554.565 US$1981: 360.466.797 US$1982: 372.447.357 US$1983: 359.475.525 US$1984: 316.670.258 US$1985: 270.822.205 US$1986: 347.594.299 US$1987: 458.570.282 US$1988: 497.782.623 US$1989: 449.795.258 US$1990: 551.043.640 US$1991: 524.539.368 US$1992: 531.413.696 US$1993: 446.329.987 US$1994: 628.735.474 US$1995: 679.883.690 US$1996: 735.559.760 US$1997: 684.505.196 US$1998: 718.347.274 US$1999: 761.238.382 US$2000: 795.953.357 US$2001: 927.148.405 US$2002: 1.070.313.233 US$2003: 1.250.253.856 US$2004: 1.431.351.033 US$2005: 1.392.672.713 US$2006: 1.510.039.255 US$2007: 1.715.757.367 US$2008: 1.976.964.229 US$2009: 1.964.488.715 US$2010: 2.063.294.677 US$2011: 2.004.498.798 US$2012: 2.265.714.118 US$2013: 2.290.512.364 US$2014: 2.346.621.114 US$2015: 1.971.375.773 US$2016: 1.821.247.343 US$2017: 1.890.325.181 US$2018: 1.698.889.094 US$2019: 1.789.289.307 US$2020: 2.280.560.593 US$2021: 2.967.211.621 US$2022: 2.806.550.463 US$2023: 2.872.131.226 US$2024: 3.256.966.864 US$
Variação no período: +3,11 bi (+2.189,35%) Taxa média anual: 6,74 %

Comparação, 2024

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Tunísia

Tunísia 3,26 bi US$
Mundo 857 bi US$
Países de renda média-baixa calculado 416 bi US$
Remessas recebidas — Tunísia, por ano Tunísia Todos os países CSV XLSX
Ano US$ Variação Variação, %
2024 3,26 bi +385 mi +13,4%
2023 2,87 bi +65,58 mi +2,34%
2022 2,81 bi −161 mi −5,41%
2021 2,97 bi +687 mi +30,11%
2020 2,28 bi +491 mi +27,46%
2019 1,79 bi +90,4 mi +5,32%
2018 1,7 bi −191 mi −10,13%
2017 1,89 bi +69,08 mi +3,79%
2016 1,82 bi −150 mi −7,62%
2015 1,97 bi −375 mi −15,99%
2014 2,35 bi +56,11 mi +2,45%
2013 2,29 bi +24,8 mi +1,09%
2012 2,27 bi +261 mi +13,03%
2011 2 bi −58,8 mi −2,85%
2010 2,06 bi +98,81 mi +5,03%
2009 1,96 bi −12,48 mi −0,63%
2008 1,98 bi +261 mi +15,22%
2007 1,72 bi +206 mi +13,62%
2006 1,51 bi +117 mi +8,43%
2005 1,39 bi −38,68 mi −2,7%
2004 1,43 bi +181 mi +14,48%
2003 1,25 bi +180 mi +16,81%
2002 1,07 bi +143 mi +15,44%
2001 927 mi +131 mi +16,48%
2000 796 mi +34,71 mi +4,56%
1999 761 mi +42,89 mi +5,97%
1998 718 mi +33,84 mi +4,94%
1997 685 mi −51,05 mi −6,94%
1996 736 mi +55,68 mi +8,19%
1995 680 mi +51,15 mi +8,14%
1994 629 mi +182 mi +40,87%
1993 446 mi −85,08 mi −16,01%
1992 531 mi +6,87 mi +1,31%
1991 525 mi −26,5 mi −4,81%
1990 551 mi +101 mi +22,51%
1989 450 mi −47,99 mi −9,64%
1988 498 mi +39,21 mi +8,55%
1987 459 mi +111 mi +31,93%
1986 348 mi +76,77 mi +28,35%
1985 271 mi −45,85 mi −14,48%
1984 317 mi −42,81 mi −11,91%
1983 359 mi −12,97 mi −3,48%
1982 372 mi +11,98 mi +3,32%
1981 360 mi +41,91 mi +13,16%
1980 319 mi +35,63 mi +12,59%
1979 283 mi +61,87 mi +27,99%
1978 221 mi +53,21 mi +31,7%
1977 168 mi +25,59 mi +17,98%
1976 142 mi

África do Norte, 2024

O mesmo indicador nos países vizinhos — com link para as páginas deles

Sobre o indicador

Remessas pessoais recebidas pelo país: os ganhos de trabalhadores migrantes enviados para casa, mais as transferências entre famílias. Em cerca de vinte países esse fluxo é maior do que qualquer item de exportação e, em alguns, supera um quinto do PIB — ou seja, as remessas se tornam o principal vínculo externo da economia, mais estável do que o investimento direto e do que a assistência externa: em crises elas normalmente não caem, e sim crescem, porque os migrantes ajudam mais as suas famílias.

Importante: Estão contabilizadas apenas as remessas feitas por bancos e por empresas de transferência de dinheiro. O dinheiro em espécie levado pessoalmente não entra na estatística, por isso os volumes reais são maiores — de forma perceptível, segundo as estimativas.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.