Remessas recebidas — todos os países

Remessas recebidas — Macau

Remessas recebidas em Macau em 2024 — 135.638.997 US$. Posição 131 no mundo, de um total de 160. Desde 2002, o indicador aumentou 190,9%.

2024 136 mi US$ +21,63% vs 2023
Posição no mundo 131de 160
Máximo do período 136 mi US$2024
Mínimo do período 27,59 mi US$2016

Evolução ao longo do tempo

2002–2024 · US$

Remessas recebidas — Macau, 2002–2024050 mi100 mi150 mi200220052008201120142017202020232002: 46.620.167 US$2003: 47.740.741 US$2004: 53.334.689 US$2005: 53.150.239 US$2006: 55.465.112 US$2007: 54.385.822 US$2008: 51.598.913 US$2009: 48.381.809 US$2010: 46.853.509 US$2011: 48.292.669 US$2012: 46.907.064 US$2013: 48.659.083 US$2014: 36.864.800 US$2015: 39.527.609 US$2016: 27.588.640 US$2017: 34.553.805 US$2018: 42.116.218 US$2019: 55.002.382 US$2020: 65.768.945 US$2021: 73.900.167 US$2022: 89.449.076 US$2023: 111.515.748 US$2024: 135.638.997 US$
Variação no período: +89,02 mi (+190,94%) Taxa média anual: 4,97 %

Comparação, 2024

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Macau

Macau 136 mi US$
Mundo 857 bi US$
Ásia Oriental calculado 38,03 bi US$
Países de renda alta calculado 199 bi US$
Remessas recebidas — Macau, por ano Macau Todos os países CSV XLSX
Ano US$ Variação Variação, %
2024 136 mi +24,12 mi +21,63%
2023 112 mi +22,07 mi +24,67%
2022 89,45 mi +15,55 mi +21,04%
2021 73,9 mi +8,13 mi +12,36%
2020 65,77 mi +10,77 mi +19,57%
2019 55 mi +12,89 mi +30,6%
2018 42,12 mi +7,56 mi +21,89%
2017 34,55 mi +6,97 mi +25,25%
2016 27,59 mi −11,94 mi −30,2%
2015 39,53 mi +2,66 mi +7,22%
2014 36,86 mi −11,79 mi −24,24%
2013 48,66 mi +1,75 mi +3,74%
2012 46,91 mi −1,39 mi −2,87%
2011 48,29 mi +1,44 mi +3,07%
2010 46,85 mi −1,53 mi −3,16%
2009 48,38 mi −3,22 mi −6,23%
2008 51,6 mi −2,79 mi −5,12%
2007 54,39 mi −1,08 mi −1,95%
2006 55,47 mi +2,31 mi +4,36%
2005 53,15 mi −184.450 −0,35%
2004 53,33 mi +5,59 mi +11,72%
2003 47,74 mi +1,12 mi +2,4%
2002 46,62 mi

Ásia Oriental, 2024

O mesmo indicador nos países vizinhos — com link para as páginas deles

Sobre o indicador

Remessas pessoais recebidas pelo país: os ganhos de trabalhadores migrantes enviados para casa, mais as transferências entre famílias. Em cerca de vinte países esse fluxo é maior do que qualquer item de exportação e, em alguns, supera um quinto do PIB — ou seja, as remessas se tornam o principal vínculo externo da economia, mais estável do que o investimento direto e do que a assistência externa: em crises elas normalmente não caem, e sim crescem, porque os migrantes ajudam mais as suas famílias.

Importante: Estão contabilizadas apenas as remessas feitas por bancos e por empresas de transferência de dinheiro. O dinheiro em espécie levado pessoalmente não entra na estatística, por isso os volumes reais são maiores — de forma perceptível, segundo as estimativas.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.