Remessas recebidas — todos os países

Remessas recebidas — Dinamarca

Remessas recebidas na Dinamarca em 2024 — 1.519.481.607 US$. Posição 72 no mundo, de um total de 160. Desde 1992, o indicador aumentou 227,3%.

2024 1,52 bi US$ −0,05% vs 2023
Posição no mundo 72de 160
Máximo do período 1,52 bi US$2023
Mínimo do período 439 mi US$1994

Evolução ao longo do tempo

1992–2024 · US$

Remessas recebidas — Dinamarca, 1992–20240500 mi1 bi1,5 bi2 bi1992199620002004200820122016202020241992: 464.252.472 US$1993: 449.906.006 US$1994: 438.739.166 US$1995: 522.927.177 US$1996: 687.658.142 US$1997: 852.389.081 US$1998: 765.494.251 US$1999: 803.208.184 US$2000: 666.510.056 US$2001: 698.623.282 US$2002: 784.859.297 US$2003: 940.572.302 US$2004: 1.075.395.076 US$2005: 666.091.577 US$2006: 740.266.389 US$2007: 823.203.959 US$2008: 1.051.704.665 US$2009: 1.019.066.492 US$2010: 925.467.462 US$2011: 1.149.885.933 US$2012: 1.182.244.240 US$2013: 1.370.760.789 US$2014: 1.483.021.800 US$2015: 1.258.255.663 US$2016: 1.247.014.793 US$2017: 1.314.451.448 US$2018: 1.415.297.049 US$2019: 1.449.639.210 US$2020: 1.332.176.511 US$2021: 1.412.877.342 US$2022: 1.399.676.713 US$2023: 1.520.301.695 US$2024: 1.519.481.607 US$
Variação no período: +1,06 bi (+227,3%) Taxa média anual: 3,77 %

Comparação, 2024

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Dinamarca

Dinamarca 1,52 bi US$
Mundo 857 bi US$
Europa do Norte calculado 16,32 bi US$
Países de renda alta calculado 199 bi US$
Remessas recebidas — Dinamarca, por ano Dinamarca Todos os países CSV XLSX
Ano US$ Variação Variação, %
2024 1,52 bi −820.088 −0,05%
2023 1,52 bi +121 mi +8,62%
2022 1,4 bi −13,2 mi −0,93%
2021 1,41 bi +80,7 mi +6,06%
2020 1,33 bi −117 mi −8,1%
2019 1,45 bi +34,34 mi +2,43%
2018 1,42 bi +101 mi +7,67%
2017 1,31 bi +67,44 mi +5,41%
2016 1,25 bi −11,24 mi −0,89%
2015 1,26 bi −225 mi −15,16%
2014 1,48 bi +112 mi +8,19%
2013 1,37 bi +189 mi +15,95%
2012 1,18 bi +32,36 mi +2,81%
2011 1,15 bi +224 mi +24,25%
2010 925 mi −93,6 mi −9,18%
2009 1,02 bi −32,64 mi −3,1%
2008 1,05 bi +229 mi +27,76%
2007 823 mi +82,94 mi +11,2%
2006 740 mi +74,17 mi +11,14%
2005 666 mi −409 mi −38,06%
2004 1,08 bi +135 mi +14,33%
2003 941 mi +156 mi +19,84%
2002 785 mi +86,24 mi +12,34%
2001 699 mi +32,11 mi +4,82%
2000 667 mi −137 mi −17,02%
1999 803 mi +37,71 mi +4,93%
1998 765 mi −86,89 mi −10,19%
1997 852 mi +165 mi +23,96%
1996 688 mi +165 mi +31,5%
1995 523 mi +84,19 mi +19,19%
1994 439 mi −11,17 mi −2,48%
1993 450 mi −14,35 mi −3,09%
1992 464 mi

Sobre o indicador

Remessas pessoais recebidas pelo país: os ganhos de trabalhadores migrantes enviados para casa, mais as transferências entre famílias. Em cerca de vinte países esse fluxo é maior do que qualquer item de exportação e, em alguns, supera um quinto do PIB — ou seja, as remessas se tornam o principal vínculo externo da economia, mais estável do que o investimento direto e do que a assistência externa: em crises elas normalmente não caem, e sim crescem, porque os migrantes ajudam mais as suas famílias.

Importante: Estão contabilizadas apenas as remessas feitas por bancos e por empresas de transferência de dinheiro. O dinheiro em espécie levado pessoalmente não entra na estatística, por isso os volumes reais são maiores — de forma perceptível, segundo as estimativas.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.