Agências bancárias — todos os países

Agências bancárias — Guiné Equatorial

Agências bancárias na Guiné Equatorial em 2022 — 5,25 por 100 mil. Posição 132 no mundo, de um total de 167. Desde 2004, o indicador aumentou 157,4%.

2022 5,25 por 100 mil −2,73% vs 2021
Posição no mundo 132de 167
Máximo do período 5,44 por 100 mil2020
Mínimo do período 2,04 por 100 mil2004

Evolução ao longo do tempo

2004–2022 · por 100.000 adultos

Agências bancárias — Guiné Equatorial, 2004–20222345620042006200820102012201420162018202020222004: 2,04 por 100 mil2005: 2,09 por 100 mil2006: 2,32 por 100 mil2007: 2,37 por 100 mil2008: 2,41 por 100 mil2009: 2,43 por 100 mil2010: 2,59 por 100 mil2011: 2,61 por 100 mil2012: 3,13 por 100 mil2013: 3,13 por 100 mil2014: 3,59 por 100 mil2015: 4,01 por 100 mil2017: 4,56 por 100 mil2018: 5,4 por 100 mil2019: 5,31 por 100 mil2020: 5,44 por 100 mil2021: 5,4 por 100 mil2022: 5,25 por 100 mil
Variação no período: +3,21 (+157,43%) Taxa média anual: 5,39 %

Comparação, 2022

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Guiné Equatorial

Guiné Equatorial 5,25 por 100 mil
Mundo 10,59 por 100 mil
África Subsaariana 3,82 por 100 mil
Países de renda média-alta calculado 10,57 por 100 mil
Agências bancárias — Guiné Equatorial, por ano Guiné Equatorial Todos os países CSV XLSX
Ano por 100 mil Variação Variação, %
2022 5,25 −0,15 −2,73%
2021 5,4 −0,04 −0,82%
2020 5,44 +0,13 +2,46%
2019 5,31 −0,09 −1,7%
2018 5,4 +0,84 +18,43%
2017 4,56
2015 4,01 +0,42 +11,82%
2014 3,59 +0,46 +14,7%
2013 3,13 −0 −0,05%
2012 3,13 +0,52 +20,03%
2011 2,61 +0,02 +0,69%
2010 2,59 +0,16 +6,48%
2009 2,43 +0,03 +1,16%
2008 2,41 +0,04 +1,53%
2007 2,37 +0,05 +1,95%
2006 2,32 +0,23 +10,97%
2005 2,09 +0,06 +2,71%
2004 2,04

África Central, 2022

O mesmo indicador nos países vizinhos — com link para as páginas deles

Sobre o indicador

Número de agências de bancos comerciais por 100.000 adultos. O indicador foi concebido como medida de acesso a serviços financeiros, mas agora precisa ser lido com cuidado: nos países em que o atendimento bancário migrou para o celular as agências fecham, e a queda do valor não significa perda de acesso, e sim mudança na forma dele. O caso mais evidente é o do Quênia e de outros países da África Oriental, onde o dinheiro móvel alcançou a população sem passar por agências.

Importante: É uma medida da presença física dos bancos, não do acesso a serviços financeiros. Onde os pagamentos por celular são difundidos, um valor baixo não indica isolamento financeiro.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.