Produção de gás natural — todos os países

Produção de gás natural — Ásia Oriental

Produção de gás natural na Ásia Oriental em 2024 — 260,41 bi m³. Desde 1980, o indicador aumentou 1.369%.

2024 260,41 bi m³ +7,84% vs 2023
Posição no mundo
Máximo do período 260,41 bi m³2024
Mínimo do período 14,16 bi m³1982

Evolução ao longo do tempo

1980–2024 · bilhões de metros cúbicos

Produção de gás natural — Ásia Oriental, 1980–2024010020030019801985199019952000200520102015202020241980: 17,73 bi m³1981: 16,34 bi m³1982: 14,16 bi m³1983: 15,63 bi m³1984: 16 bi m³1985: 16,59 bi m³1986: 16,93 bi m³1987: 17,39 bi m³1988: 16,68 bi m³1989: 17,73 bi m³1990: 18,9 bi m³1991: 18,22 bi m³1992: 18,31 bi m³1993: 19,04 bi m³1994: 19,98 bi m³1995: 20,39 bi m³1996: 23,41 bi m³1997: 26,06 bi m³1998: 26,58 bi m³1999: 28,51 bi m³2000: 30,78 bi m³2001: 33,76 bi m³2002: 36,47 bi m³2003: 38,1 bi m³2004: 44,73 bi m³2005: 54,52 bi m³2006: 62,98 bi m³2007: 73,94 bi m³2008: 80,48 bi m³2009: 88,8 bi m³2010: 98,45 bi m³2011: 107,76 bi m³2012: 112,87 bi m³2013: 122,62 bi m³2014: 131,41 bi m³2015: 135,61 bi m³2016: 145,15 bi m³2017: 155,37 bi m³2018: 168,59 bi m³2019: 182,23 bi m³2020: 198,57 bi m³2021: 214,23 bi m³2022: 228,61 bi m³2023: 241,48 bi m³2024: 260,41 bi m³
Variação no período: +242,68 (+1.369,04%) Taxa média anual: 6,3 %

Comparação, 2024

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Ásia Oriental

Ásia Oriental 260,41 bi m³
Mundo calculado 4.218,35 bi m³
Produção de gás natural — Ásia Oriental, por ano Ásia Oriental Todos os países CSV XLSX
Ano bi m³ Variação Variação, %
2024 260,41 +18,93 +7,84%
2023 241,48 +12,88 +5,63%
2022 228,61 +14,37 +6,71%
2021 214,23 +15,66 +7,89%
2020 198,57 +16,34 +8,96%
2019 182,23 +13,64 +8,09%
2018 168,59 +13,22 +8,51%
2017 155,37 +10,22 +7,04%
2016 145,15 +9,53 +7,03%
2015 135,61 +4,2 +3,2%
2014 131,41 +8,79 +7,17%
2013 122,62 +9,75 +8,64%
2012 112,87 +5,1 +4,73%
2011 107,76 +9,32 +9,46%
2010 98,45 +9,64 +10,86%
2009 88,8 +8,33 +10,35%
2008 80,48 +6,54 +8,84%
2007 73,94 +10,96 +17,4%
2006 62,98 +8,46 +15,51%
2005 54,52 +9,79 +21,9%
2004 44,73 +6,63 +17,4%
2003 38,1 +1,63 +4,46%
2002 36,47 +2,71 +8,03%
2001 33,76 +2,99 +9,71%
2000 30,78 +2,26 +7,94%
1999 28,51 +1,94 +7,28%
1998 26,58 +0,52 +1,98%
1997 26,06 +2,65 +11,31%
1996 23,41 +3,02 +14,83%
1995 20,39 +0,41 +2,08%
1994 19,98 +0,94 +4,92%
1993 19,04 +0,73 +3,99%
1992 18,31 +0,09 +0,49%
1991 18,22 −0,68 −3,58%
1990 18,9 +1,17 +6,59%
1989 17,73 +1,05 +6,28%
1988 16,68 −0,71 −4,07%
1987 17,39 +0,45 +2,68%
1986 16,93 +0,34 +2,05%
1985 16,59 +0,59 +3,72%
1984 16 +0,37 +2,36%
1983 15,63 +1,47 +10,4%
1982 14,16 −2,18 −13,34%
1981 16,34 −1,39 −7,83%
1980 17,73

Sobre o indicador

Produção de gás natural comercializável no ano, em bilhões de metros cúbicos. “Comercializável” significa o gás depois da remoção de impurezas e da retirada do condensado — ou seja, aquele que chega ao consumidor, e não o que sai do poço: a diferença entre essas grandezas chega a um quarto em alguns países, porque parte do gás é reinjetada na formação ou queimada em flares. O mercado de gás segue mais preso aos gasodutos que o de petróleo, por isso grandes produtores e grandes consumidores costumam ser vizinhos.

Importante: Gás comercializável, após a remoção de impurezas: o gás reinjetado na formação e o queimado em flares não entram nesta grandeza.

Fonte: Estatísticas energéticas internacionais (EIA), licença Domínio público (obra de órgão federal dos EUA).