Produção de gás natural — todos os países

Produção de gás natural — África Ocidental

Produção de gás natural na África Ocidental em 2024 — 45,28 bi m³. Desde 1980, o indicador aumentou 4.107,6%.

2024 45,28 bi m³ +4,96% vs 2023
Posição no mundo
Máximo do período 51,83 bi m³2020
Mínimo do período 1,08 bi m³1980

Evolução ao longo do tempo

1980–2024 · bilhões de metros cúbicos

Produção de gás natural — África Ocidental, 1980–2024020406019801985199019952000200520102015202020241980: 1,08 bi m³1981: 2,15 bi m³1982: 1,42 bi m³1983: 2,29 bi m³1984: 2,75 bi m³1985: 3,06 bi m³1986: 3,28 bi m³1987: 3,71 bi m³1988: 3,77 bi m³1989: 4,7 bi m³1990: 3,71 bi m³1991: 4,76 bi m³1992: 4,9 bi m³1993: 5,07 bi m³1994: 4,59 bi m³1995: 5,28 bi m³1996: 5,88 bi m³1997: 6,49 bi m³1998: 6,74 bi m³1999: 8,33 bi m³2000: 13,86 bi m³2001: 16,3 bi m³2002: 15,59 bi m³2003: 21,69 bi m³2004: 23,15 bi m³2005: 23,75 bi m³2006: 29,85 bi m³2007: 34,05 bi m³2008: 34,48 bi m³2009: 27,47 bi m³2010: 30,7 bi m³2011: 42,99 bi m³2012: 44,4 bi m³2013: 40,52 bi m³2014: 46,02 bi m³2015: 47,99 bi m³2016: 44,77 bi m³2017: 47,76 bi m³2018: 48,86 bi m³2019: 50,18 bi m³2020: 51,83 bi m³2021: 49 bi m³2022: 46,09 bi m³2023: 43,13 bi m³2024: 45,28 bi m³
Variação no período: +44,2 (+4.107,58%) Taxa média anual: 8,87 %

Comparação, 2024

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: África Ocidental

África Ocidental 45,28 bi m³
Mundo calculado 4.218,35 bi m³
Produção de gás natural — África Ocidental, por ano África Ocidental Todos os países CSV XLSX
Ano bi m³ Variação Variação, %
2024 45,28 +2,14 +4,96%
2023 43,13 −2,96 −6,42%
2022 46,09 −2,91 −5,94%
2021 49 −2,82 −5,45%
2020 51,83 +1,65 +3,29%
2019 50,18 +1,32 +2,7%
2018 48,86 +1,1 +2,3%
2017 47,76 +3 +6,69%
2016 44,77 −3,22 −6,71%
2015 47,99 +1,97 +4,29%
2014 46,02 +5,5 +13,58%
2013 40,52 −3,88 −8,75%
2012 44,4 +1,41 +3,27%
2011 42,99 +12,3 +40,07%
2010 30,7 +3,22 +11,72%
2009 27,47 −7 −20,31%
2008 34,48 +0,43 +1,25%
2007 34,05 +4,2 +14,07%
2006 29,85 +6,1 +25,68%
2005 23,75 +0,6 +2,59%
2004 23,15 +1,46 +6,73%
2003 21,69 +6,1 +39,13%
2002 15,59 −0,71 −4,36%
2001 16,3 +2,44 +17,6%
2000 13,86 +5,53 +66,39%
1999 8,33 +1,59 +23,59%
1998 6,74 +0,25 +3,85%
1997 6,49 +0,61 +10,37%
1996 5,88 +0,6 +11,37%
1995 5,28 +0,69 +15,03%
1994 4,59 −0,48 −9,47%
1993 5,07 +0,17 +3,47%
1992 4,9 +0,14 +3%
1991 4,76 +1,05 +28,24%
1990 3,71 −0,99 −21,08%
1989 4,7 +0,93 +24,81%
1988 3,77 +0,06 +1,53%
1987 3,71 +0,42 +12,93%
1986 3,28 +0,23 +7,41%
1985 3,06 +0,31 +11,34%
1984 2,75 +0,45 +19,75%
1983 2,29 +0,88 +62%
1982 1,42 −0,74 −34,21%
1981 2,15 +1,08 +100%
1980 1,08

Sobre o indicador

Produção de gás natural comercializável no ano, em bilhões de metros cúbicos. “Comercializável” significa o gás depois da remoção de impurezas e da retirada do condensado — ou seja, aquele que chega ao consumidor, e não o que sai do poço: a diferença entre essas grandezas chega a um quarto em alguns países, porque parte do gás é reinjetada na formação ou queimada em flares. O mercado de gás segue mais preso aos gasodutos que o de petróleo, por isso grandes produtores e grandes consumidores costumam ser vizinhos.

Importante: Gás comercializável, após a remoção de impurezas: o gás reinjetado na formação e o queimado em flares não entram nesta grandeza.

Fonte: Estatísticas energéticas internacionais (EIA), licença Domínio público (obra de órgão federal dos EUA).