Participação das energias renováveis no consumo final — todos os países

Participação das energias renováveis no consumo final — Ruanda

Participação das energias renováveis no consumo final em Ruanda em 2022 — 79,9%. Posição 9 no mundo, de um total de 71. Desde 1990, o indicador caiu 0,2 p.p..

2022 79,9% +0,5 p.p. vs 2021
Posição no mundo 9de 71
Máximo do período 91,1%1997
Mínimo do período 78,5%1994

Evolução ao longo do tempo

1990–2022 · % do consumo final

Participação das energias renováveis no consumo final — Ruanda, 1990–202275808590951990199419982002200620102014201820221990: 80,1%1991: 81,8%1992: 81,6%1993: 81,3%1994: 78,5%1995: 88,4%1996: 89,2%1997: 91,1%1998: 90,8%1999: 90,8%2000: 86,8%2001: 86,9%2002: 87,1%2003: 87,3%2004: 87,6%2005: 89,2%2006: 90,6%2007: 90,3%2008: 90,6%2009: 90,5%2010: 90,5%2011: 89,7%2012: 88,8%2013: 88,5%2014: 88%2015: 86,3%2016: 85,5%2017: 84,5%2018: 82,8%2019: 81,8%2020: 81,7%2021: 79,4%2022: 79,9%
Variação no período: −0,2 p.p. Média anual: -0,01 p.p.
Participação das energias renováveis no consumo final — Ruanda, por ano Ruanda Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2022 79,9 +0,5 p.p.
2021 79,4 −2,3 p.p.
2020 81,7 −0,1 p.p.
2019 81,8 −1 p.p.
2018 82,8 −1,7 p.p.
2017 84,5 −1 p.p.
2016 85,5 −0,8 p.p.
2015 86,3 −1,7 p.p.
2014 88 −0,5 p.p.
2013 88,5 −0,3 p.p.
2012 88,8 −0,9 p.p.
2011 89,7 −0,8 p.p.
2010 90,5 +0 p.p.
2009 90,5 −0,1 p.p.
2008 90,6 +0,3 p.p.
2007 90,3 −0,3 p.p.
2006 90,6 +1,4 p.p.
2005 89,2 +1,6 p.p.
2004 87,6 +0,3 p.p.
2003 87,3 +0,2 p.p.
2002 87,1 +0,2 p.p.
2001 86,9 +0,1 p.p.
2000 86,8 −4 p.p.
1999 90,8 +0 p.p.
1998 90,8 −0,3 p.p.
1997 91,1 +1,9 p.p.
1996 89,2 +0,8 p.p.
1995 88,4 +9,9 p.p.
1994 78,5 −2,8 p.p.
1993 81,3 −0,3 p.p.
1992 81,6 −0,2 p.p.
1991 81,8 +1,7 p.p.
1990 80,1

África Oriental, 2022

O mesmo indicador nos países vizinhos — com link para as páginas deles

Sobre o indicador

Participação da energia de fontes renováveis no consumo final total de energia — não apenas na geração de eletricidade, mas também no aquecimento e no transporte. Valores altos em países de renda baixa costumam ser explicados não pela energia “verde”, e sim pelo uso tradicional de lenha para cozinhar.

Importante: Não há agregados por grupos de países: o denominador correto é o próprio consumo final de energia, e quem o publica é o Energy Institute, cujos termos proíbem a republicação. Ponderar pela população seria aqui especialmente errado — nos países mais pobres a participação das renováveis é alta por causa da lenha, e o valor mundial sairia superestimado.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.