Participação das energias renováveis no consumo final — todos os países

Participação das energias renováveis no consumo final — Burundi

Participação das energias renováveis no consumo final no Burundi em 2022 — 83%. Posição 7 no mundo, de um total de 71. Desde 1990, o indicador caiu 11,6 p.p..

2022 83% −0,1 p.p. vs 2021
Posição no mundo 7de 71
Máximo do período 96%2004
Mínimo do período 83%2022

Evolução ao longo do tempo

1990–2022 · % do consumo final

Participação das energias renováveis no consumo final — Burundi, 1990–2022808590951001990199419982002200620102014201820221990: 94,6%1991: 93,5%1992: 94,3%1993: 94%1994: 93,9%1995: 93,7%1996: 93,5%1997: 93,4%1998: 93,2%1999: 93,8%2000: 93,2%2001: 94,7%2002: 94,6%2003: 95,8%2004: 96%2005: 96%2006: 95,3%2007: 95,3%2008: 95%2009: 94,6%2010: 93,2%2011: 92,1%2012: 91,7%2013: 90,8%2014: 91,3%2015: 91,2%2016: 89,6%2017: 88,2%2018: 85,7%2019: 84,8%2020: 83,4%2021: 83,1%2022: 83%
Variação no período: −11,6 p.p. Média anual: -0,36 p.p.
Participação das energias renováveis no consumo final — Burundi, por ano Burundi Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2022 83 −0,1 p.p.
2021 83,1 −0,3 p.p.
2020 83,4 −1,4 p.p.
2019 84,8 −0,9 p.p.
2018 85,7 −2,5 p.p.
2017 88,2 −1,4 p.p.
2016 89,6 −1,6 p.p.
2015 91,2 −0,1 p.p.
2014 91,3 +0,5 p.p.
2013 90,8 −0,9 p.p.
2012 91,7 −0,4 p.p.
2011 92,1 −1,1 p.p.
2010 93,2 −1,4 p.p.
2009 94,6 −0,4 p.p.
2008 95 −0,3 p.p.
2007 95,3 +0 p.p.
2006 95,3 −0,7 p.p.
2005 96 +0 p.p.
2004 96 +0,2 p.p.
2003 95,8 +1,2 p.p.
2002 94,6 −0,1 p.p.
2001 94,7 +1,5 p.p.
2000 93,2 −0,6 p.p.
1999 93,8 +0,6 p.p.
1998 93,2 −0,2 p.p.
1997 93,4 −0,1 p.p.
1996 93,5 −0,2 p.p.
1995 93,7 −0,2 p.p.
1994 93,9 −0,1 p.p.
1993 94 −0,3 p.p.
1992 94,3 +0,8 p.p.
1991 93,5 −1,1 p.p.
1990 94,6

África Oriental, 2022

O mesmo indicador nos países vizinhos — com link para as páginas deles

Sobre o indicador

Participação da energia de fontes renováveis no consumo final total de energia — não apenas na geração de eletricidade, mas também no aquecimento e no transporte. Valores altos em países de renda baixa costumam ser explicados não pela energia “verde”, e sim pelo uso tradicional de lenha para cozinhar.

Importante: Não há agregados por grupos de países: o denominador correto é o próprio consumo final de energia, e quem o publica é o Energy Institute, cujos termos proíbem a republicação. Ponderar pela população seria aqui especialmente errado — nos países mais pobres a participação das renováveis é alta por causa da lenha, e o valor mundial sairia superestimado.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.