Consumo de energia per capita — todos os países

Consumo de energia per capita — Granada

Consumo de energia per capita em Granada em 2024 — 48,9 mi Btu. Posição 97 no mundo, de um total de 214. Desde 1980, o indicador aumentou 653%.

2024 48,9 mi Btu +3,87% vs 2023
Posição no mundo 97de 214
Máximo do período 48,9 mi Btu2024
Mínimo do período 6,5 mi Btu1980

Evolução ao longo do tempo

1980–2024 · milhões de Btu per capita

Consumo de energia per capita — Granada, 1980–2024020406019801985199019952000200520102015202020241980: 6,5 mi Btu1981: 8,7 mi Btu1982: 8,6 mi Btu1983: 8,6 mi Btu1984: 8,6 mi Btu1985: 8,5 mi Btu1986: 9,8 mi Btu1987: 11,9 mi Btu1988: 12,3 mi Btu1989: 12,2 mi Btu1990: 17,9 mi Btu1991: 17,8 mi Btu1992: 18,2 mi Btu1993: 20,8 mi Btu1994: 23,6 mi Btu1995: 21,4 mi Btu1996: 22,7 mi Btu1997: 29,9 mi Btu1998: 25,7 mi Btu1999: 25,6 mi Btu2000: 27,4 mi Btu2001: 28,4 mi Btu2002: 29 mi Btu2003: 30,6 mi Btu2004: 29,6 mi Btu2005: 31 mi Btu2006: 32 mi Btu2007: 33,8 mi Btu2008: 35,8 mi Btu2009: 34,7 mi Btu2010: 35,8 mi Btu2011: 35,6 mi Btu2012: 36 mi Btu2013: 40,4 mi Btu2014: 33,9 mi Btu2015: 35,2 mi Btu2016: 36,1 mi Btu2017: 39,1 mi Btu2018: 41,5 mi Btu2019: 45,1 mi Btu2020: 38,8 mi Btu2021: 41,5 mi Btu2022: 42,3 mi Btu2023: 47,1 mi Btu2024: 48,9 mi Btu
Variação no período: +42,4 (+653,01%) Taxa média anual: 4,7 %

Comparação, 2024

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Granada

Granada 48,9 mi Btu
Mundo calculado 73,8 mi Btu
América Latina e Caribe calculado 48,6 mi Btu
Caribe calculado 32,3 mi Btu
Países de renda média-alta calculado 91,3 mi Btu
Consumo de energia per capita — Granada, por ano Granada Todos os países CSV XLSX
Ano mi Btu Variação Variação, %
2024 48,9 +1,8 +3,87%
2023 47,1 +4,7 +11,11%
2022 42,3 +0,8 +1,94%
2021 41,5 +2,7 +7,01%
2020 38,8 −6,3 −13,99%
2019 45,1 +3,6 +8,79%
2018 41,5 +2,4 +6,21%
2017 39,1 +3 +8,36%
2016 36,1 +0,9 +2,48%
2015 35,2 +1,3 +3,76%
2014 33,9 −6,5 −15,99%
2013 40,4 +4,4 +12,17%
2012 36 +0,4 +1,11%
2011 35,6 −0,2 −0,66%
2010 35,8 +1,2 +3,33%
2009 34,7 −1,2 −3,22%
2008 35,8 +2 +5,97%
2007 33,8 +1,8 +5,77%
2006 32 +1 +3,09%
2005 31 +1,4 +4,76%
2004 29,6 −1 −3,28%
2003 30,6 +1,5 +5,32%
2002 29 +0,7 +2,36%
2001 28,4 +1 +3,56%
2000 27,4 +1,8 +7,18%
1999 25,6 −0,2 −0,67%
1998 25,7 −4,1 −13,87%
1997 29,9 +7,1 +31,44%
1996 22,7 +1,4 +6,35%
1995 21,4 −2,3 −9,56%
1994 23,6 +2,9 +13,84%
1993 20,8 +2,6 +14,08%
1992 18,2 +0,4 +2,28%
1991 17,8 −0,1 −0,83%
1990 17,9 +5,8 +47,42%
1989 12,2 −0,1 −1,05%
1988 12,3 +0,4 +3,01%
1987 11,9 +2,2 +22,19%
1986 9,8 +1,3 +15,13%
1985 8,5 −0,1 −0,91%
1984 8,6 −0 −0,3%
1983 8,6 −0,1 −0,6%
1982 8,6 −0 −0,35%
1981 8,7 +2,2 +33,66%
1980 6,5

Sobre o indicador

Consumo de energia primária correspondente a cada habitante. O indicador é mais amplo que o consumo de eletricidade per capita e por isso responde de forma mais honesta à pergunta sobre o padrão energético de vida: nele entram os combustíveis do transporte e do aquecimento, e são eles, não a eletricidade, que respondem pela maior parte do gasto em países frios e dependentes do automóvel. A diferença entre os países passa de cem vezes, e no topo da lista estão não só os Estados ricos, mas também exportadores de combustíveis, onde a energia é barata, e países com indústria intensiva em energia.

Importante: Calculado sobre todo o consumo do país, incluindo a indústria e o transporte, e não sobre os domicílios. Não confundir com o consumo de eletricidade per capita: a eletricidade é parte desta grandeza, normalmente de um quinto a um terço dela.

Fonte: Estatísticas energéticas internacionais (EIA), licença Domínio público (obra de órgão federal dos EUA).