Consumo de energia per capita — todos os países

Consumo de energia per capita — América Latina e Caribe

Consumo de energia per capita na América Latina e no Caribe em 2024 — 48,6 mi Btu. Desde 1980, o indicador aumentou 34,4%.

2024 48,6 mi Btu +1,82% vs 2023
Posição no mundo
Máximo do período 51,3 mi Btu2013
Mínimo do período 34,4 mi Btu1983

Evolução ao longo do tempo

1980–2024 · milhões de Btu per capita

Consumo de energia per capita — América Latina e Caribe, 1980–202430354045505519801985199019952000200520102015202020241980: 36,2 mi Btu1981: 36,2 mi Btu1982: 36,3 mi Btu1983: 34,4 mi Btu1984: 34,6 mi Btu1985: 34,8 mi Btu1986: 35,7 mi Btu1987: 35,5 mi Btu1988: 35,6 mi Btu1989: 36,2 mi Btu1990: 36,7 mi Btu1991: 36,4 mi Btu1992: 36,5 mi Btu1993: 37,6 mi Btu1994: 38,9 mi Btu1995: 39,1 mi Btu1996: 40,1 mi Btu1997: 41,3 mi Btu1998: 42,6 mi Btu1999: 41,6 mi Btu2000: 43,5 mi Btu2001: 43,4 mi Btu2002: 42,6 mi Btu2003: 42,8 mi Btu2004: 44,6 mi Btu2005: 45,1 mi Btu2006: 46,5 mi Btu2007: 47 mi Btu2008: 48,2 mi Btu2009: 46,9 mi Btu2010: 48,7 mi Btu2011: 49,6 mi Btu2012: 51 mi Btu2013: 51,3 mi Btu2014: 51,1 mi Btu2015: 51 mi Btu2016: 50,2 mi Btu2017: 49,8 mi Btu2018: 48,9 mi Btu2019: 48,2 mi Btu2020: 43,2 mi Btu2021: 46,4 mi Btu2022: 47,5 mi Btu2023: 47,7 mi Btu2024: 48,6 mi Btu
Variação no período: +12,4 (+34,4%) Taxa média anual: 0,67 %

Comparação, 2024

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: América Latina e Caribe

América Latina e Caribe 48,6 mi Btu
Mundo calculado 73,8 mi Btu
Consumo de energia per capita — América Latina e Caribe, por ano América Latina e Caribe Todos os países CSV XLSX
Ano mi Btu Variação Variação, %
2024 48,6 +0,9 +1,82%
2023 47,7 +0,2 +0,47%
2022 47,5 +1,1 +2,37%
2021 46,4 +3,3 +7,55%
2020 43,2 −5 −10,38%
2019 48,2 −0,7 −1,44%
2018 48,9 −0,9 −1,85%
2017 49,8 −0,5 −0,92%
2016 50,2 −0,8 −1,53%
2015 51 −0,1 −0,22%
2014 51,1 −0,2 −0,31%
2013 51,3 +0,3 +0,61%
2012 51 +1,4 +2,74%
2011 49,6 +0,9 +1,89%
2010 48,7 +1,8 +3,85%
2009 46,9 −1,3 −2,62%
2008 48,2 +1,1 +2,41%
2007 47 +0,5 +1,17%
2006 46,5 +1,4 +3,1%
2005 45,1 +0,5 +1,15%
2004 44,6 +1,8 +4,22%
2003 42,8 +0,2 +0,42%
2002 42,6 −0,8 −1,81%
2001 43,4 −0,1 −0,25%
2000 43,5 +1,9 +4,45%
1999 41,6 −1 −2,28%
1998 42,6 +1,3 +3,26%
1997 41,3 +1,1 +2,81%
1996 40,1 +1 +2,62%
1995 39,1 +0,2 +0,63%
1994 38,9 +1,3 +3,41%
1993 37,6 +1,1 +2,94%
1992 36,5 +0,1 +0,37%
1991 36,4 −0,3 −0,85%
1990 36,7 +0,5 +1,27%
1989 36,2 +0,6 +1,65%
1988 35,6 +0,2 +0,48%
1987 35,5 −0,2 −0,56%
1986 35,7 +0,8 +2,43%
1985 34,8 +0,2 +0,53%
1984 34,6 +0,3 +0,76%
1983 34,4 −1,9 −5,32%
1982 36,3 +0,1 +0,19%
1981 36,2 +0,1 +0,16%
1980 36,2

Sobre o indicador

Consumo de energia primária correspondente a cada habitante. O indicador é mais amplo que o consumo de eletricidade per capita e por isso responde de forma mais honesta à pergunta sobre o padrão energético de vida: nele entram os combustíveis do transporte e do aquecimento, e são eles, não a eletricidade, que respondem pela maior parte do gasto em países frios e dependentes do automóvel. A diferença entre os países passa de cem vezes, e no topo da lista estão não só os Estados ricos, mas também exportadores de combustíveis, onde a energia é barata, e países com indústria intensiva em energia.

Importante: Calculado sobre todo o consumo do país, incluindo a indústria e o transporte, e não sobre os domicílios. Não confundir com o consumo de eletricidade per capita: a eletricidade é parte desta grandeza, normalmente de um quinto a um terço dela.

Fonte: Estatísticas energéticas internacionais (EIA), licença Domínio público (obra de órgão federal dos EUA).