Intensidade de carbono da economia — todos os países

Intensidade de carbono da economia — Gabão

Intensidade de carbono da economia no Gabão em 2022 — 0,16 kg/$. Posição 57 no mundo, de um total de 164. Desde 1950, o indicador aumentou 1.900%.

2022 0,16 kg/$ +1,27% vs 2021
Posição no mundo 57de 164
Máximo do período 1,365 kg/$1973
Mínimo do período 0,008 kg/$1950

Evolução ao longo do tempo

1950–2022 · kg de CO₂ por dólar PPC

Intensidade de carbono da economia — Gabão, 1950–202200,511,519501958196619741982199019982006201420221950: 0,008 kg/$1952: 0,014 kg/$1954: 0,011 kg/$1956: 0,014 kg/$1958: 0,015 kg/$1960: 0,074 kg/$1962: 0,043 kg/$1964: 0,088 kg/$1966: 0,166 kg/$1968: 0,801 kg/$1970: 0,724 kg/$1972: 0,776 kg/$1974: 1,005 kg/$1976: 0,651 kg/$1978: 1,298 kg/$1980: 1,105 kg/$1982: 1,071 kg/$1984: 0,862 kg/$1986: 0,737 kg/$1988: 0,688 kg/$1990: 0,625 kg/$1992: 0,619 kg/$1994: 0,479 kg/$1996: 0,534 kg/$1998: 0,494 kg/$2000: 0,489 kg/$2002: 0,455 kg/$2004: 0,409 kg/$2006: 0,324 kg/$2008: 0,271 kg/$2010: 0,231 kg/$2012: 0,175 kg/$2014: 0,18 kg/$2016: 0,168 kg/$2018: 0,164 kg/$2020: 0,163 kg/$2022: 0,16 kg/$
Variação no período: +0,152 (+1.900%) Taxa média anual: 4,25 %

Comparação, 2022

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Gabão

Gabão 0,16 kg/$
Mundo calculado 0,273 kg/$
África Subsaariana calculado 0,202 kg/$
África Central calculado 0,138 kg/$
Países de renda média-alta calculado 0,349 kg/$
Intensidade de carbono da economia — Gabão, por ano Gabão Todos os países CSV XLSX
Ano kg/$ Variação Variação, %
2022 0,16 +0,002 +1,27%
2021 0,158 −0,005 −3,07%
2020 0,163 +0,004 +2,52%
2019 0,159 −0,005 −3,05%
2018 0,164 +0 +0%
2017 0,164 −0,004 −2,38%
2016 0,168 −0,008 −4,55%
2015 0,176 −0,004 −2,22%
2014 0,18 +0,008 +4,65%
2013 0,172 −0,003 −1,71%
2012 0,175 −0,026 −12,94%
2011 0,201 −0,03 −12,99%
2010 0,231 −0,022 −8,7%
2009 0,253 −0,018 −6,64%
2008 0,271 +0,01 +3,83%
2007 0,261 −0,063 −19,44%
2006 0,324 −0,049 −13,14%
2005 0,373 −0,036 −8,8%
2004 0,409 −0,049 −10,7%
2003 0,458 +0,003 +0,66%
2002 0,455 −0,028 −5,8%
2001 0,483 −0,006 −1,23%
2000 0,489 −0,005 −1,01%
1999 0,494 +0 +0%
1998 0,494 +0,04 +8,81%
1997 0,454 −0,08 −14,98%
1996 0,534 +0,024 +4,71%
1995 0,51 +0,031 +6,47%
1994 0,479 −0,094 −16,4%
1993 0,573 −0,046 −7,43%
1992 0,619 +0,052 +9,17%
1991 0,567 −0,058 −9,28%
1990 0,625 −0,219 −25,95%
1989 0,844 +0,156 +22,67%
1988 0,688 −0,032 −4,44%
1987 0,72 −0,017 −2,31%
1986 0,737 −0,193 −20,75%
1985 0,93 +0,068 +7,89%
1984 0,862 +0,008 +0,94%
1983 0,854 −0,217 −20,26%
1982 1,071 +0,03 +2,88%
1981 1,041 −0,064 −5,79%
1980 1,105 −0,048 −4,16%
1979 1,153 −0,145 −11,17%
1978 1,298 +0,475 +57,72%
1977 0,823 +0,172 +26,42%
1976 0,651 −0,179 −21,57%
1975 0,83 −0,175 −17,41%
1974 1,005 −0,36 −26,37%
1973 1,365 +0,589 +75,9%
1972 0,776 −0,121 −13,49%
1971 0,897 +0,173 +23,9%
1970 0,724 +0,183 +33,83%
1969 0,541 −0,26 −32,46%
1968 0,801 +0,377 +88,92%
1967 0,424 +0,258 +155,42%
1966 0,166 +0,067 +67,68%
1965 0,099 +0,011 +12,5%
1964 0,088 +0,053 +151,43%
1963 0,035 −0,008 −18,6%
1962 0,043 −0,04 −48,19%
1961 0,083 +0,009 +12,16%
1960 0,074 +0,061 +469,23%
1959 0,013 −0,002 −13,33%
1958 0,015 +0,001 +7,14%
1957 0,014 +0 +0%
1956 0,014 +0,003 +27,27%
1955 0,011 +0 +0%
1954 0,011 +0 +0%
1953 0,011 −0,003 −21,43%
1952 0,014 +0,003 +27,27%
1951 0,011 +0,003 +37,5%
1950 0,008

Sobre o indicador

Emissões de dióxido de carbono por unidade de produto interno bruto em paridade do poder de compra. O indicador responde à pergunta de quão limpo o país produz valor e separa dois caminhos distintos de redução das emissões: reduzir a produção e reduzir as emissões por unidade de produção. A intensidade de carbono mundial cai de forma quase contínua desde os anos 1970, mas mais devagar do que cresce a produção — por isso as emissões absolutas continuaram subindo.

Importante: O agregado por grupos de países é ponderado pelo PIB em PPC, o que equivale exatamente à soma das emissões dividida pela soma do PIB. A conversão é pela PPC, e não pela taxa de câmbio de mercado — de outro modo os países pobres pareceriam intensivos em carbono apenas por causa dos preços baixos.

Fonte: CO₂ and GHG Emissions (Our World in Data), licença CC BY 4.0.