Intensidade de carbono da economia — todos os países

Intensidade de carbono da economia — Angola

Intensidade de carbono da economia em Angola em 2022 — 0,133 kg/$. Posição 40 no mundo, de um total de 164. Desde 1950, o indicador aumentou 392,6%.

2022 0,133 kg/$ +6,4% vs 2021
Posição no mundo 40de 164
Máximo do período 1,055 kg/$1994
Mínimo do período 0,027 kg/$1950

Evolução ao longo do tempo

1950–2022 · kg de CO₂ por dólar PPC

Intensidade de carbono da economia — Angola, 1950–202200,511,519501958196619741982199019982006201420221950: 0,027 kg/$1952: 0,042 kg/$1954: 0,046 kg/$1956: 0,063 kg/$1958: 0,065 kg/$1960: 0,057 kg/$1962: 0,115 kg/$1964: 0,101 kg/$1966: 0,113 kg/$1968: 0,117 kg/$1970: 0,226 kg/$1972: 0,28 kg/$1974: 0,298 kg/$1976: 0,363 kg/$1978: 0,561 kg/$1980: 0,516 kg/$1982: 0,481 kg/$1984: 0,532 kg/$1986: 0,541 kg/$1988: 0,463 kg/$1990: 0,443 kg/$1992: 0,418 kg/$1994: 1,055 kg/$1996: 0,964 kg/$1998: 0,83 kg/$2000: 0,68 kg/$2002: 0,512 kg/$2004: 0,412 kg/$2006: 0,257 kg/$2008: 0,178 kg/$2010: 0,181 kg/$2012: 0,17 kg/$2014: 0,156 kg/$2016: 0,154 kg/$2018: 0,143 kg/$2020: 0,109 kg/$2022: 0,133 kg/$
Variação no período: +0,106 (+392,59%) Taxa média anual: 2,24 %

Comparação, 2022

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Angola

Angola 0,133 kg/$
Mundo calculado 0,273 kg/$
África Subsaariana calculado 0,202 kg/$
África Central calculado 0,138 kg/$
Países de renda média-baixa calculado 0,246 kg/$
Intensidade de carbono da economia — Angola, por ano Angola Todos os países CSV XLSX
Ano kg/$ Variação Variação, %
2022 0,133 +0,008 +6,4%
2021 0,125 +0,016 +14,68%
2020 0,109 −0,029 −21,01%
2019 0,138 −0,005 −3,5%
2018 0,143 +0 +0%
2017 0,143 −0,011 −7,14%
2016 0,154 −0,008 −4,94%
2015 0,162 +0,006 +3,85%
2014 0,156 −0,005 −3,11%
2013 0,161 −0,009 −5,29%
2012 0,17 +0,003 +1,8%
2011 0,167 −0,014 −7,73%
2010 0,181 +0,002 +1,12%
2009 0,179 +0,001 +0,56%
2008 0,178 −0,024 −11,88%
2007 0,202 −0,055 −21,4%
2006 0,257 −0,039 −13,18%
2005 0,296 −0,116 −28,16%
2004 0,412 −0,086 −17,27%
2003 0,498 −0,014 −2,73%
2002 0,512 −0,1 −16,34%
2001 0,612 −0,068 −10%
2000 0,68 −0,122 −15,21%
1999 0,802 −0,028 −3,37%
1998 0,83 −0,054 −6,11%
1997 0,884 −0,08 −8,3%
1996 0,964 +0,004 +0,42%
1995 0,96 −0,095 −9%
1994 1,055 +0,479 +83,16%
1993 0,576 +0,158 +37,8%
1992 0,418 +0,008 +1,95%
1991 0,41 −0,033 −7,45%
1990 0,443 −0,001 −0,23%
1989 0,444 −0,019 −4,1%
1988 0,463 −0,143 −23,6%
1987 0,606 +0,065 +12,01%
1986 0,541 +0,045 +9,07%
1985 0,496 −0,036 −6,77%
1984 0,532 −0,015 −2,74%
1983 0,547 +0,066 +13,72%
1982 0,481 −0,039 −7,5%
1981 0,52 +0,004 +0,78%
1980 0,516 −0,041 −7,36%
1979 0,557 −0,004 −0,71%
1978 0,561 +0,179 +46,86%
1977 0,382 +0,019 +5,23%
1976 0,363 −0,075 −17,12%
1975 0,438 +0,14 +46,98%
1974 0,298 +0,014 +4,93%
1973 0,284 +0,004 +1,43%
1972 0,28 +0,065 +30,23%
1971 0,215 −0,011 −4,87%
1970 0,226 +0,037 +19,58%
1969 0,189 +0,072 +61,54%
1968 0,117 +0,048 +69,57%
1967 0,069 −0,044 −38,94%
1966 0,113 +0,022 +24,18%
1965 0,091 −0,01 −9,9%
1964 0,101 −0,005 −4,72%
1963 0,106 −0,009 −7,83%
1962 0,115 +0,072 +167,44%
1961 0,043 −0,014 −24,56%
1960 0,057 −0,01 −14,93%
1959 0,067 +0,002 +3,08%
1958 0,065 −0,006 −8,45%
1957 0,071 +0,008 +12,7%
1956 0,063 +0,012 +23,53%
1955 0,051 +0,005 +10,87%
1954 0,046 +0,01 +27,78%
1953 0,036 −0,006 −14,29%
1952 0,042 +0,007 +20%
1951 0,035 +0,008 +29,63%
1950 0,027

Sobre o indicador

Emissões de dióxido de carbono por unidade de produto interno bruto em paridade do poder de compra. O indicador responde à pergunta de quão limpo o país produz valor e separa dois caminhos distintos de redução das emissões: reduzir a produção e reduzir as emissões por unidade de produção. A intensidade de carbono mundial cai de forma quase contínua desde os anos 1970, mas mais devagar do que cresce a produção — por isso as emissões absolutas continuaram subindo.

Importante: O agregado por grupos de países é ponderado pelo PIB em PPC, o que equivale exatamente à soma das emissões dividida pela soma do PIB. A conversão é pela PPC, e não pela taxa de câmbio de mercado — de outro modo os países pobres pareceriam intensivos em carbono apenas por causa dos preços baixos.

Fonte: CO₂ and GHG Emissions (Our World in Data), licença CC BY 4.0.