Emissões de CO₂ do carvão em Vanuatu em 1972 — 0 Mt. Posição 1 no mundo, de um total de 146. Desde 1962, o indicador caiu 100%.
1962–1972 · milhões de toneladas
Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Vanuatu
| Ano | Mt | Variação | Variação, % |
|---|---|---|---|
| 1972 | 0 | +0 | — |
| 1971 | 0 | +0 | — |
| 1970 | 0 | +0 | — |
| 1969 | 0 | −0,01 | −100% |
| 1968 | 0,01 | −0,04 | −84,09% |
| 1967 | 0,04 | +0 | +10% |
| 1966 | 0,04 | +0,03 | +166,67% |
| 1965 | 0,02 | −0,02 | −51,61% |
| 1964 | 0,03 | +0,02 | +342,86% |
| 1963 | 0,01 | −0 | −36,36% |
| 1962 | 0,01 | — | — |
O mesmo indicador nos países vizinhos — com link para as páginas deles
Emissões de dióxido de carbono pela queima de carvão. O carvão gera mais emissões por unidade de energia obtida do que qualquer outro combustível — cerca do dobro em relação ao gás —, por isso a sua participação nas emissões é sempre maior do que a sua participação no consumo de energia. Por esta série se vê que as emissões mundiais do carvão não caem, apesar do fechamento de usinas a carvão na Europa e na América do Norte: o crescimento na Ásia supera a redução.
Importante: Apenas a queima. As emissões de metano das minas de carvão não entram aqui — estão contabilizadas nas emissões de metano.
Fonte: CO₂ and GHG Emissions (Our World in Data), licença CC BY 4.0.