Perdas nas redes elétricas — todos os países

Perdas nas redes elétricas — Mongólia

Perdas nas redes elétricas na Mongólia em 2023 — 14,22%. Posição 107 no mundo, de um total de 148. Desde 1990, o indicador aumentou 4,57 p.p..

2023 14,22% +0,14 p.p. vs 2022
Posição no mundo 107de 148
Máximo do período 19,99%2001
Mínimo do período 9,65%1990

Evolução ao longo do tempo

1990–2023 · % da geração

Perdas nas redes elétricas — Mongólia, 1990–202351015201990199419982002200620102014201820221990: 9,65%1991: 10,53%1992: 9,73%1993: 11,27%1994: 17,38%1995: 19,1%1996: 18,44%1997: 18,52%1998: 17,38%1999: 17,91%2000: 19,55%2001: 19,99%2002: 18,73%2003: 15,58%2004: 14,53%2005: 12,28%2006: 12,47%2007: 11,94%2008: 10,9%2009: 12,23%2010: 11,71%2011: 14,2%2012: 14,02%2013: 14,74%2014: 14,75%2015: 14,2%2016: 14,42%2017: 13,44%2018: 13,39%2019: 12,91%2020: 14,57%2021: 13,7%2022: 14,08%2023: 14,22%
Variação no período: +4,57 p.p. Média anual: 0,14 p.p.

Comparação, 2023

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Mongólia

Mongólia 14,22%
Mundo 6,95%
Ásia Oriental calculado 3,59%
Perdas nas redes elétricas — Mongólia, por ano Mongólia Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2023 14,22 +0,14 p.p.
2022 14,08 +0,38 p.p.
2021 13,7 −0,87 p.p.
2020 14,57 +1,65 p.p.
2019 12,91 −0,48 p.p.
2018 13,39 −0,05 p.p.
2017 13,44 −0,98 p.p.
2016 14,42 +0,21 p.p.
2015 14,2 −0,55 p.p.
2014 14,75 +0,01 p.p.
2013 14,74 +0,73 p.p.
2012 14,02 −0,18 p.p.
2011 14,2 +2,49 p.p.
2010 11,71 −0,52 p.p.
2009 12,23 +1,33 p.p.
2008 10,9 −1,05 p.p.
2007 11,94 −0,53 p.p.
2006 12,47 +0,19 p.p.
2005 12,28 −2,25 p.p.
2004 14,53 −1,05 p.p.
2003 15,58 −3,15 p.p.
2002 18,73 −1,25 p.p.
2001 19,99 +0,43 p.p.
2000 19,55 +1,64 p.p.
1999 17,91 +0,53 p.p.
1998 17,38 −1,14 p.p.
1997 18,52 +0,08 p.p.
1996 18,44 −0,66 p.p.
1995 19,1 +1,72 p.p.
1994 17,38 +6,11 p.p.
1993 11,27 +1,54 p.p.
1992 9,73 −0,8 p.p.
1991 10,53 +0,88 p.p.
1990 9,65

Ásia Oriental, 2023

O mesmo indicador nos países vizinhos — com link para as páginas deles

Sobre o indicador

Perdas de eletricidade na transmissão e na distribuição, em porcentagem da geração. Entram na grandeza tanto as perdas físicas em cabos e transformadores quanto as chamadas perdas comerciais — consumo não medido, ligações clandestinas, contas não pagas. A estatística não permite separá-las, e é justamente por isso que o indicador serve de medida indireta do estado do sistema de redes: as perdas físicas em uma rede em bom estado raramente passam de oito por cento, e valores acima de vinte quase sempre significam problemas de medição e de cobrança.

Importante: Perdas técnicas e comerciais juntas; a fonte não permite separá-las. Os agregados são ponderados pela geração em terawatts-hora e calculados desde 2000.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.