Perdas nas redes elétricas — todos os países

Perdas nas redes elétricas — Hong Kong

Perdas nas redes elétricas em Hong Kong em 2023 — 4,27%. Posição 16 no mundo, de um total de 148. Desde 1990, o indicador caiu 7,16 p.p..

2023 4,27% −0,16 p.p. vs 2022
Posição no mundo 16de 148
Máximo do período 15,16%1994
Mínimo do período 4,27%2023

Evolução ao longo do tempo

1990–2023 · % da geração

Perdas nas redes elétricas — Hong Kong, 1990–2023051015201990199419982002200620102014201820221990: 11,42%1991: 10,78%1992: 10,88%1993: 11,6%1994: 15,16%1995: 14,77%1996: 5,36%1997: 5,22%1998: 4,45%1999: 4,8%2000: 4,86%2001: 4,57%2002: 4,64%2003: 4,71%2004: 4,72%2005: 4,8%2006: 4,53%2007: 4,85%2008: 4,76%2009: 4,95%2010: 4,78%2011: 5,15%2012: 5,52%2013: 4,64%2014: 4,85%2015: 4,86%2016: 4,66%2017: 4,71%2018: 4,55%2019: 4,67%2020: 4,95%2021: 4,29%2022: 4,43%2023: 4,27%
Variação no período: −7,16 p.p. Média anual: -0,22 p.p.

Comparação, 2023

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Hong Kong

Hong Kong 4,27%
Mundo 6,95%
Ásia Oriental calculado 3,59%
Perdas nas redes elétricas — Hong Kong, por ano Hong Kong Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2023 4,27 −0,16 p.p.
2022 4,43 +0,14 p.p.
2021 4,29 −0,66 p.p.
2020 4,95 +0,28 p.p.
2019 4,67 +0,12 p.p.
2018 4,55 −0,16 p.p.
2017 4,71 +0,05 p.p.
2016 4,66 −0,2 p.p.
2015 4,86 +0 p.p.
2014 4,85 +0,21 p.p.
2013 4,64 −0,87 p.p.
2012 5,52 +0,37 p.p.
2011 5,15 +0,37 p.p.
2010 4,78 −0,17 p.p.
2009 4,95 +0,19 p.p.
2008 4,76 −0,09 p.p.
2007 4,85 +0,32 p.p.
2006 4,53 −0,27 p.p.
2005 4,8 +0,08 p.p.
2004 4,72 +0,01 p.p.
2003 4,71 +0,07 p.p.
2002 4,64 +0,07 p.p.
2001 4,57 −0,29 p.p.
2000 4,86 +0,07 p.p.
1999 4,8 +0,35 p.p.
1998 4,45 −0,77 p.p.
1997 5,22 −0,14 p.p.
1996 5,36 −9,41 p.p.
1995 14,77 −0,39 p.p.
1994 15,16 +3,56 p.p.
1993 11,6 +0,72 p.p.
1992 10,88 +0,09 p.p.
1991 10,78 −0,64 p.p.
1990 11,42

Ásia Oriental, 2023

O mesmo indicador nos países vizinhos — com link para as páginas deles

Sobre o indicador

Perdas de eletricidade na transmissão e na distribuição, em porcentagem da geração. Entram na grandeza tanto as perdas físicas em cabos e transformadores quanto as chamadas perdas comerciais — consumo não medido, ligações clandestinas, contas não pagas. A estatística não permite separá-las, e é justamente por isso que o indicador serve de medida indireta do estado do sistema de redes: as perdas físicas em uma rede em bom estado raramente passam de oito por cento, e valores acima de vinte quase sempre significam problemas de medição e de cobrança.

Importante: Perdas técnicas e comerciais juntas; a fonte não permite separá-las. Os agregados são ponderados pela geração em terawatts-hora e calculados desde 2000.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.