Consumo de eletricidade per capita — todos os países

Consumo de eletricidade per capita — Hungria

Consumo de eletricidade per capita na Hungria em 2025 — 5,11 MWh. Posição 42 no mundo, de um total de 91. Desde 2000, o indicador aumentou 34,8%.

2025 5,11 MWh +1,39% vs 2024
Posição no mundo 42de 91
Máximo do período 5,11 MWh2025
Mínimo do período 3,79 MWh2000

Evolução ao longo do tempo

2000–2025 · megawatts-hora per capita

Consumo de eletricidade per capita — Hungria, 2000–20253,544,555,52000200320062009201220152018202120242000: 3,79 MWh2001: 3,89 MWh2002: 3,99 MWh2003: 4,06 MWh2004: 4,08 MWh2005: 4,17 MWh2006: 4,29 MWh2007: 4,38 MWh2008: 4,39 MWh2009: 4,14 MWh2010: 4,27 MWh2011: 4,29 MWh2012: 4,3 MWh2013: 4,26 MWh2014: 4,34 MWh2015: 4,47 MWh2016: 4,55 MWh2017: 4,68 MWh2018: 4,75 MWh2019: 4,8 MWh2020: 4,78 MWh2021: 5,03 MWh2022: 4,95 MWh2023: 4,82 MWh2024: 5,04 MWh2025: 5,11 MWh
Variação no período: +1,32 (+34,83%) Taxa média anual: 1,2 %

Comparação, 2025

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Hungria

Hungria 5,11 MWh
Europa e Ásia Central calculado 5,94 MWh
Europa Oriental calculado 6,68 MWh
Consumo de eletricidade per capita — Hungria, por ano Hungria Todos os países CSV XLSX
Ano MWh Variação Variação, %
2025 5,11 +0,07 +1,39%
2024 5,04 +0,22 +4,56%
2023 4,82 −0,13 −2,63%
2022 4,95 −0,08 −1,59%
2021 5,03 +0,25 +5,23%
2020 4,78 −0,02 −0,42%
2019 4,8 +0,05 +1,05%
2018 4,75 +0,07 +1,5%
2017 4,68 +0,13 +2,86%
2016 4,55 +0,08 +1,79%
2015 4,47 +0,13 +3%
2014 4,34 +0,08 +1,88%
2013 4,26 −0,04 −0,93%
2012 4,3 +0,01 +0,23%
2011 4,29 +0,02 +0,47%
2010 4,27 +0,13 +3,14%
2009 4,14 −0,25 −5,69%
2008 4,39 +0,01 +0,23%
2007 4,38 +0,09 +2,1%
2006 4,29 +0,12 +2,88%
2005 4,17 +0,09 +2,21%
2004 4,08 +0,02 +0,49%
2003 4,06 +0,07 +1,75%
2002 3,99 +0,1 +2,57%
2001 3,89 +0,1 +2,64%
2000 3,79

Sobre o indicador

Consumo de eletricidade correspondente a cada habitante, em megawatts-hora por ano. Um dos indicadores mais eloquentes do padrão de vida e da estrutura da economia: a diferença entre os países extremos passa de duzentas vezes. Mas ele deve ser lido levando em conta o clima e a indústria — no topo da lista não estão apenas países ricos, e sim também a Islândia e a Noruega, com fábricas de alumínio movidas a hidroeletricidade barata, e os Estados do Golfo Pérsico, onde o ar-condicionado consome mais do que o aquecimento na Europa.

Importante: Calculado sobre todo o consumo do país, incluindo a indústria, e não apenas sobre os domicílios. A série começa em 2000.

Fonte: Dados anuais de eletricidade (Ember), licença CC BY 4.0.