Taxa bruta de matrícula no ensino superior — todos os países

Taxa bruta de matrícula no ensino superior — Palestina

Taxa bruta de matrícula no ensino superior na Palestina em 2023 — 44,5%. Posição 76 no mundo, de um total de 128. Desde 1996, o indicador aumentou 28,7 p.p..

2023 44,5% −1,3 p.p. vs 2022
Posição no mundo 76de 128
Máximo do período 47,5%2011
Mínimo do período 15,8%1996

Evolução ao longo do tempo

1996–2023 · % (taxa bruta)

Taxa bruta de matrícula no ensino superior — Palestina, 1996–2023020406019961999200220052008201120142017202020231996: 15,8%1997: 18,4%1998: 20,2%1999: 22,8%2000: 23,6%2001: 25,8%2002: 27,5%2003: 31,3%2004: 35,2%2005: 38,4%2006: 40,1%2007: 43,5%2008: 44,7%2009: 43,4%2010: 45,1%2011: 47,5%2012: 47%2013: 45,2%2014: 44,8%2015: 46,1%2016: 45,4%2017: 45,5%2018: 46,5%2019: 45,6%2020: 45,4%2021: 44,2%2022: 45,8%2023: 44,5%
Variação no período: +28,7 p.p. Média anual: 1,06 p.p.

Comparação, 2023

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Palestina

Palestina 44,5%
Mundo 43,2%
Ásia Ocidental calculado 82,3%
Taxa bruta de matrícula no ensino superior — Palestina, por ano Palestina Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2023 44,5 −1,3 p.p.
2022 45,8 +1,6 p.p.
2021 44,2 −1,2 p.p.
2020 45,4 −0,2 p.p.
2019 45,6 −0,9 p.p.
2018 46,5 +1 p.p.
2017 45,5 +0,1 p.p.
2016 45,4 −0,7 p.p.
2015 46,1 +1,2 p.p.
2014 44,8 −0,4 p.p.
2013 45,2 −1,8 p.p.
2012 47 −0,5 p.p.
2011 47,5 +2,4 p.p.
2010 45,1 +1,7 p.p.
2009 43,4 −1,3 p.p.
2008 44,7 +1,2 p.p.
2007 43,5 +3,4 p.p.
2006 40,1 +1,7 p.p.
2005 38,4 +3,2 p.p.
2004 35,2 +3,9 p.p.
2003 31,3 +3,8 p.p.
2002 27,5 +1,7 p.p.
2001 25,8 +2,1 p.p.
2000 23,6 +0,9 p.p.
1999 22,8 +2,6 p.p.
1998 20,2 +1,8 p.p.
1997 18,4 +2,6 p.p.
1996 15,8

Sobre o indicador

Taxa bruta de matrícula no ensino superior — número de estudantes de universidades e faculdades, níveis 5 a 8 da classificação CINE (ISCED), em percentual da população na faixa dos cinco anos seguintes à conclusão do ensino médio. Pode passar de 100% por conta de estudantes mais velhos e de estudantes estrangeiros, por isso nos países que são polos de atração educacional o indicador fica superestimado.

Fonte: Instituto de Estatística da UNESCO (UIS), licença CC BY-SA 3.0 IGO.