Taxa bruta de matrícula no ensino superior — todos os países

Taxa bruta de matrícula no ensino superior — Burundi

Taxa bruta de matrícula no ensino superior no Burundi em 2025 — 6,4%. Posição 9 no mundo, de um total de 9. Desde 1971, o indicador aumentou 6,2 p.p..

2025 6,4% +0,4 p.p. vs 2023
Posição no mundo 9de 9
Máximo do período 6,4%2025
Mínimo do período 0,2%1972

Evolução ao longo do tempo

1971–2025 · % (taxa bruta)

Taxa bruta de matrícula no ensino superior — Burundi, 1971–20250246819711977198319891995200120072013201920251971: 0,2%1972: 0,2%1973: 0,2%1974: 0,2%1975: 0,2%1976: 0,3%1979: 0,4%1980: 0,5%1981: 0,4%1982: 0,5%1984: 0,6%1985: 0,6%1986: 0,6%1987: 0,6%1988: 0,7%1989: 0,7%1990: 0,7%1991: 0,8%1992: 0,8%1993: 0,8%1998: 0,9%1999: 0,9%2000: 1,1%2001: 1%2002: 1,6%2004: 2,1%2005: 2,1%2006: 2,2%2007: 2,3%2008: 2,5%2009: 2,7%2010: 3,1%2012: 2,9%2013: 3,7%2014: 4,5%2015: 5,3%2016: 4%2017: 4,3%2018: 4,6%2023: 6%2025: 6,4%
Variação no período: +6,2 p.p. Média anual: 0,12 p.p.
Taxa bruta de matrícula no ensino superior — Burundi, por ano Burundi Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2025 6,4
2023 6
2018 4,6 +0,2 p.p.
2017 4,3 +0,3 p.p.
2016 4 −1,3 p.p.
2015 5,3 +0,8 p.p.
2014 4,5 +0,8 p.p.
2013 3,7 +0,8 p.p.
2012 2,9
2010 3,1 +0,4 p.p.
2009 2,7 +0,2 p.p.
2008 2,5 +0,2 p.p.
2007 2,3 +0,1 p.p.
2006 2,2 +0 p.p.
2005 2,1 +0 p.p.
2004 2,1
2002 1,6 +0,6 p.p.
2001 1 −0 p.p.
2000 1,1 +0,1 p.p.
1999 0,9 +0,1 p.p.
1998 0,9
1993 0,8 +0 p.p.
1992 0,8 +0 p.p.
1991 0,8 +0,1 p.p.
1990 0,7 −0 p.p.
1989 0,7 −0 p.p.
1988 0,7 +0,1 p.p.
1987 0,6 −0 p.p.
1986 0,6 +0,1 p.p.
1985 0,6 +0 p.p.
1984 0,6
1982 0,5 +0 p.p.
1981 0,4 −0 p.p.
1980 0,5 +0 p.p.
1979 0,4
1976 0,3 +0,1 p.p.
1975 0,2 +0 p.p.
1974 0,2 +0,1 p.p.
1973 0,2 +0 p.p.
1972 0,2 −0 p.p.
1971 0,2

Sobre o indicador

Taxa bruta de matrícula no ensino superior — número de estudantes de universidades e faculdades, níveis 5 a 8 da classificação CINE (ISCED), em percentual da população na faixa dos cinco anos seguintes à conclusão do ensino médio. Pode passar de 100% por conta de estudantes mais velhos e de estudantes estrangeiros, por isso nos países que são polos de atração educacional o indicador fica superestimado.

Fonte: Instituto de Estatística da UNESCO (UIS), licença CC BY-SA 3.0 IGO.