Participação dos alimentos nas importações — todos os países

Participação dos alimentos nas importações — São Tomé e Príncipe

Participação dos alimentos nas importações em São Tomé e Príncipe em 2023 — 31,81%. Posição 4 no mundo, de um total de 160. Desde 1999, o indicador aumentou 14,07 p.p..

2023 31,81% +4,36 p.p. vs 2022
Posição no mundo 4de 160
Máximo do período 41,7%2002
Mínimo do período 17,74%1999

Evolução ao longo do tempo

1999–2023 · % das importações de mercadorias

Participação dos alimentos nas importações — São Tomé e Príncipe, 1999–202310203040501999200220052008201120142017202020231999: 17,74%2000: 30,82%2001: 36,59%2002: 41,7%2003: 38,45%2004: 38,67%2005: 38,45%2006: 30,63%2007: 28,33%2008: 27,34%2009: 35,91%2010: 29,83%2011: 32,42%2012: 30,36%2013: 30,63%2014: 32,36%2015: 31,05%2016: 32,26%2017: 29,73%2018: 29,21%2019: 30,94%2020: 33,55%2021: 34,75%2022: 27,45%2023: 31,81%
Variação no período: +14,07 p.p. Média anual: 0,59 p.p.

Comparação, 2023

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: São Tomé e Príncipe

São Tomé e Príncipe 31,81%
Mundo 8,68%
África Central calculado 11,99%
Participação dos alimentos nas importações — São Tomé e Príncipe, por ano São Tomé e Príncipe Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2023 31,81 +4,36 p.p.
2022 27,45 −7,3 p.p.
2021 34,75 +1,21 p.p.
2020 33,55 +2,61 p.p.
2019 30,94 +1,72 p.p.
2018 29,21 −0,52 p.p.
2017 29,73 −2,53 p.p.
2016 32,26 +1,22 p.p.
2015 31,05 −1,31 p.p.
2014 32,36 +1,73 p.p.
2013 30,63 +0,27 p.p.
2012 30,36 −2,06 p.p.
2011 32,42 +2,59 p.p.
2010 29,83 −6,07 p.p.
2009 35,91 +8,57 p.p.
2008 27,34 −1 p.p.
2007 28,33 −2,3 p.p.
2006 30,63 −7,82 p.p.
2005 38,45 −0,21 p.p.
2004 38,67 +0,22 p.p.
2003 38,45 −3,25 p.p.
2002 41,7 +5,1 p.p.
2001 36,59 +5,77 p.p.
2000 30,82 +13,08 p.p.
1999 17,74

Sobre o indicador

Participação dos alimentos nas importações de mercadorias. O indicador é lido como medida da dependência alimentar, mas com uma ressalva: uma participação alta aparece tanto em países ricos de agricultura pequena, onde a comida é apenas uma rubrica grande de consumo, quanto nos mais pobres, onde ela significa vulnerabilidade aos preços mundiais dos grãos. Para distinguir os dois casos ajuda a comparação com a insegurança alimentar e com a participação da agricultura na economia.

Importante: Um valor alto não é, por si só, sinal de problema: em Singapura e no Japão a participação é alta com plena segurança alimentar. Vale olhar junto com a insegurança alimentar.

Fonte: UNCTADstat (UNCTAD), licença CC BY 3.0 IGO.