Participação dos alimentos nas importações — todos os países

Participação dos alimentos nas importações — Países de renda média-alta

Participação dos alimentos nas importações nos países de renda média-alta em 2024 — 8,25%. Desde 1996, o indicador aumentou 0,43 p.p..

2024 8,25% −0,44 p.p. vs 2023
Posição no mundo
Máximo do período 8,72%2020
Mínimo do período 4,95%2006

Evolução ao longo do tempo

1996–2024 · % das importações de mercadorias

Participação dos alimentos nas importações — Países de renda média-alta, 1996–202445678919961999200220052008201120142017202020231996: 7,81%1997: 7,12%1998: 7,2%1999: 6,79%2000: 5,73%2001: 6,06%2002: 6,12%2003: 6,11%2004: 5,8%2005: 5,21%2006: 4,95%2007: 5,6%2008: 6,13%2009: 6,54%2010: 6,01%2011: 6,18%2012: 6,41%2013: 6,45%2014: 6,79%2015: 7,32%2016: 7,89%2017: 7,55%2018: 7%2019: 7,56%2020: 8,72%2021: 8,35%2022: 8,39%2023: 8,69%2024: 8,25%
Variação no período: +0,43 p.p. Média anual: 0,02 p.p.

Comparação, 2024

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Países de renda média-alta

Países de renda média-alta 8,25%
Mundo 8,89%
Participação dos alimentos nas importações — Países de renda média-alta, por ano Países de renda média-alta Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2024 8,25 −0,44 p.p.
2023 8,69 +0,3 p.p.
2022 8,39 +0,03 p.p.
2021 8,35 −0,36 p.p.
2020 8,72 +1,16 p.p.
2019 7,56 +0,55 p.p.
2018 7 −0,55 p.p.
2017 7,55 −0,34 p.p.
2016 7,89 +0,57 p.p.
2015 7,32 +0,52 p.p.
2014 6,79 +0,34 p.p.
2013 6,45 +0,04 p.p.
2012 6,41 +0,23 p.p.
2011 6,18 +0,17 p.p.
2010 6,01 −0,53 p.p.
2009 6,54 +0,41 p.p.
2008 6,13 +0,53 p.p.
2007 5,6 +0,65 p.p.
2006 4,95 −0,27 p.p.
2005 5,21 −0,59 p.p.
2004 5,8 −0,3 p.p.
2003 6,11 −0,01 p.p.
2002 6,12 +0,06 p.p.
2001 6,06 +0,33 p.p.
2000 5,73 −1,05 p.p.
1999 6,79 −0,42 p.p.
1998 7,2 +0,08 p.p.
1997 7,12 −0,69 p.p.
1996 7,81

Sobre o indicador

Participação dos alimentos nas importações de mercadorias. O indicador é lido como medida da dependência alimentar, mas com uma ressalva: uma participação alta aparece tanto em países ricos de agricultura pequena, onde a comida é apenas uma rubrica grande de consumo, quanto nos mais pobres, onde ela significa vulnerabilidade aos preços mundiais dos grãos. Para distinguir os dois casos ajuda a comparação com a insegurança alimentar e com a participação da agricultura na economia.

Importante: Um valor alto não é, por si só, sinal de problema: em Singapura e no Japão a participação é alta com plena segurança alimentar. Vale olhar junto com a insegurança alimentar.

Fonte: UNCTADstat (UNCTAD), licença CC BY 3.0 IGO.