Participação dos alimentos nas importações — todos os países

Participação dos alimentos nas importações — Omã

Participação dos alimentos nas importações em Omã em 2024 — 13,89%. Posição 58 no mundo, de um total de 131. Desde 1975, o indicador aumentou 0,6 p.p..

2024 13,89% +0,2 p.p. vs 2023
Posição no mundo 58de 131
Máximo do período 22,52%1999
Mínimo do período 5,77%2003

Evolução ao longo do tempo

1975–2024 · % das importações de mercadorias

Participação dos alimentos nas importações — Omã, 1975–20240102030197519801985199019952000200520102015202020241975: 13,29%1976: 14,36%1977: 15,37%1978: 17,44%1979: 17,43%1980: 15,21%1981: 13,5%1982: 12,67%1983: 14,69%1984: 15,03%1985: 13,46%1986: 16,29%1987: 21,29%1988: 19,51%1989: 19,59%1990: 18,12%1991: 18,4%1992: 19,08%1993: 18,32%1994: 20,07%1995: 19,78%1996: 17,57%1997: 16,12%1998: 16,43%1999: 22,52%2000: 20,52%2001: 22,25%2002: 20,94%2003: 5,77%2004: 13,33%2005: 11,81%2006: 10,58%2007: 9,74%2008: 10,88%2009: 10,94%2010: 12,11%2011: 11,08%2012: 10,36%2013: 9,2%2014: 12,33%2015: 12,25%2016: 15,64%2017: 13,62%2018: 14,83%2019: 17,25%2020: 15,75%2021: 16,61%2022: 14,57%2023: 13,69%2024: 13,89%
Variação no período: +0,6 p.p. Média anual: 0,01 p.p.

Comparação, 2024

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Omã

Omã 13,89%
Mundo 8,89%
Ásia Ocidental calculado 10,66%
Países de renda alta calculado 8,94%
Participação dos alimentos nas importações — Omã, por ano Omã Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2024 13,89 +0,2 p.p.
2023 13,69 −0,88 p.p.
2022 14,57 −2,04 p.p.
2021 16,61 +0,86 p.p.
2020 15,75 −1,5 p.p.
2019 17,25 +2,42 p.p.
2018 14,83 +1,2 p.p.
2017 13,62 −2,02 p.p.
2016 15,64 +3,39 p.p.
2015 12,25 −0,08 p.p.
2014 12,33 +3,12 p.p.
2013 9,2 −1,16 p.p.
2012 10,36 −0,72 p.p.
2011 11,08 −1,03 p.p.
2010 12,11 +1,16 p.p.
2009 10,94 +0,06 p.p.
2008 10,88 +1,14 p.p.
2007 9,74 −0,83 p.p.
2006 10,58 −1,24 p.p.
2005 11,81 −1,52 p.p.
2004 13,33 +7,56 p.p.
2003 5,77 −15,16 p.p.
2002 20,94 −1,31 p.p.
2001 22,25 +1,72 p.p.
2000 20,52 −1,99 p.p.
1999 22,52 +6,09 p.p.
1998 16,43 +0,31 p.p.
1997 16,12 −1,44 p.p.
1996 17,57 −2,21 p.p.
1995 19,78 −0,29 p.p.
1994 20,07 +1,75 p.p.
1993 18,32 −0,76 p.p.
1992 19,08 +0,68 p.p.
1991 18,4 +0,29 p.p.
1990 18,12 −1,48 p.p.
1989 19,59 +0,08 p.p.
1988 19,51 −1,78 p.p.
1987 21,29 +5,01 p.p.
1986 16,29 +2,83 p.p.
1985 13,46 −1,58 p.p.
1984 15,03 +0,35 p.p.
1983 14,69 +2,02 p.p.
1982 12,67 −0,83 p.p.
1981 13,5 −1,71 p.p.
1980 15,21 −2,22 p.p.
1979 17,43 −0 p.p.
1978 17,44 +2,07 p.p.
1977 15,37 +1 p.p.
1976 14,36 +1,08 p.p.
1975 13,29

Sobre o indicador

Participação dos alimentos nas importações de mercadorias. O indicador é lido como medida da dependência alimentar, mas com uma ressalva: uma participação alta aparece tanto em países ricos de agricultura pequena, onde a comida é apenas uma rubrica grande de consumo, quanto nos mais pobres, onde ela significa vulnerabilidade aos preços mundiais dos grãos. Para distinguir os dois casos ajuda a comparação com a insegurança alimentar e com a participação da agricultura na economia.

Importante: Um valor alto não é, por si só, sinal de problema: em Singapura e no Japão a participação é alta com plena segurança alimentar. Vale olhar junto com a insegurança alimentar.

Fonte: UNCTADstat (UNCTAD), licença CC BY 3.0 IGO.