Participação dos alimentos nas importações — todos os países

Participação dos alimentos nas importações — Itália

Participação dos alimentos nas importações na Itália em 2024 — 11,22%. Posição 82 no mundo, de um total de 131. Desde 1962, o indicador caiu 5,71 p.p..

2024 11,22% +0,64 p.p. vs 2023
Posição no mundo 82de 131
Máximo do período 24,45%1965
Mínimo do período 8,12%2006

Evolução ao longo do tempo

1962–2024 · % das importações de mercadorias

Participação dos alimentos nas importações — Itália, 1962–2024010203019621969197619831990199720042011201820241962: 16,93%1964: 20,97%1966: 23,57%1968: 21,35%1970: 19,05%1972: 22,62%1974: 17,1%1976: 17,23%1978: 17,5%1980: 13,13%1982: 13,92%1984: 13,08%1986: 15,07%1988: 13,44%1990: 11,99%1992: 12,57%1994: 12,43%1996: 11,57%1998: 10,56%2000: 8,49%2002: 9,05%2004: 8,98%2006: 8,12%2008: 8,67%2010: 9,1%2012: 9,63%2014: 10,87%2016: 11,08%2018: 9,92%2020: 11,12%2022: 8,96%2024: 11,22%
Variação no período: −5,71 p.p. Média anual: -0,09 p.p.

Comparação, 2024

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Itália

Itália 11,22%
Mundo 8,89%
Europa do Sul calculado 11,96%
Países de renda alta calculado 8,94%
Participação dos alimentos nas importações — Itália, por ano Itália Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2024 11,22 +0,64 p.p.
2023 10,57 +1,62 p.p.
2022 8,96 −0,79 p.p.
2021 9,74 −1,38 p.p.
2020 11,12 +0,95 p.p.
2019 10,18 +0,25 p.p.
2018 9,92 −0,74 p.p.
2017 10,67 −0,41 p.p.
2016 11,08 +0,2 p.p.
2015 10,88 +0,01 p.p.
2014 10,87 +0,46 p.p.
2013 10,41 +0,78 p.p.
2012 9,63 +0,46 p.p.
2011 9,17 +0,07 p.p.
2010 9,1 −1,39 p.p.
2009 10,49 +1,82 p.p.
2008 8,67 +0,25 p.p.
2007 8,42 +0,3 p.p.
2006 8,12 −0,48 p.p.
2005 8,6 −0,38 p.p.
2004 8,98 −0,38 p.p.
2003 9,36 +0,31 p.p.
2002 9,05 +0,3 p.p.
2001 8,75 +0,26 p.p.
2000 8,49 −1,56 p.p.
1999 10,06 −0,51 p.p.
1998 10,56 −0,28 p.p.
1997 10,85 −0,73 p.p.
1996 11,57 +0,11 p.p.
1995 11,46 −0,97 p.p.
1994 12,43 −0,66 p.p.
1993 13,09 +0,52 p.p.
1992 12,57 −0,37 p.p.
1991 12,94 +0,95 p.p.
1990 11,99 −0,81 p.p.
1989 12,8 −0,64 p.p.
1988 13,44 −1,12 p.p.
1987 14,56 −0,5 p.p.
1986 15,07 +0,78 p.p.
1985 14,29 +1,21 p.p.
1984 13,08 −1,34 p.p.
1983 14,41 +0,49 p.p.
1982 13,92 +1,61 p.p.
1981 12,31 −0,82 p.p.
1980 13,13 −2,69 p.p.
1979 15,82 −1,68 p.p.
1978 17,5 −0,1 p.p.
1977 17,61 +0,37 p.p.
1976 17,23 −2,15 p.p.
1975 19,38 +2,28 p.p.
1974 17,1 −5,45 p.p.
1973 22,55 −0,08 p.p.
1972 22,62 +0,9 p.p.
1971 21,73 +2,68 p.p.
1970 19,05 −1,02 p.p.
1969 20,07 −1,28 p.p.
1968 21,35 −0,11 p.p.
1967 21,47 −2,1 p.p.
1966 23,57 −0,89 p.p.
1965 24,45 +3,49 p.p.
1964 20,97 +0,13 p.p.
1963 20,83 +3,91 p.p.
1962 16,93

Sobre o indicador

Participação dos alimentos nas importações de mercadorias. O indicador é lido como medida da dependência alimentar, mas com uma ressalva: uma participação alta aparece tanto em países ricos de agricultura pequena, onde a comida é apenas uma rubrica grande de consumo, quanto nos mais pobres, onde ela significa vulnerabilidade aos preços mundiais dos grãos. Para distinguir os dois casos ajuda a comparação com a insegurança alimentar e com a participação da agricultura na economia.

Importante: Um valor alto não é, por si só, sinal de problema: em Singapura e no Japão a participação é alta com plena segurança alimentar. Vale olhar junto com a insegurança alimentar.

Fonte: UNCTADstat (UNCTAD), licença CC BY 3.0 IGO.