Saneamento gerenciado de forma segura — todos os países

Saneamento gerenciado de forma segura — República Democrática do Congo

Saneamento gerenciado de forma segura na República Democrática do Congo em 2024 — 13,1%. Posição 133 no mundo, de um total de 141. Desde 2000, o indicador caiu 8,9 p.p..

2024 13,1% +0 p.p. vs 2023
Posição no mundo 133de 141
Máximo do período 22%2000
Mínimo do período 13%2022

Evolução ao longo do tempo

2000–2024 · % da população

Saneamento gerenciado de forma segura — República Democrática do Congo, 2000–202412,51517,52022,52000200320062009201220152018202120242000: 22%2001: 21,6%2002: 21,1%2003: 20,6%2004: 20,2%2005: 19,8%2006: 19,3%2007: 18,9%2008: 18,5%2009: 18%2010: 17,5%2011: 17,1%2012: 16,6%2013: 16,1%2014: 15,7%2015: 15,2%2016: 14,8%2017: 14,4%2018: 13,9%2019: 13,5%2020: 13,1%2021: 13,1%2022: 13%2023: 13,1%2024: 13,1%
Variação no período: −8,9 p.p. Média anual: -0,37 p.p.

Comparação, 2024

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: República Democrática do Congo

República Democrática do Congo 13,1%
Mundo 58,5%
Países de renda baixa calculado 18,5%
Saneamento gerenciado de forma segura — República Democrática do Congo, por ano República Democrática do Congo Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2024 13,1 +0 p.p.
2023 13,1 +0 p.p.
2022 13 −0 p.p.
2021 13,1 −0 p.p.
2020 13,1 −0,4 p.p.
2019 13,5 −0,4 p.p.
2018 13,9 −0,4 p.p.
2017 14,4 −0,4 p.p.
2016 14,8 −0,4 p.p.
2015 15,2 −0,4 p.p.
2014 15,7 −0,5 p.p.
2013 16,1 −0,5 p.p.
2012 16,6 −0,5 p.p.
2011 17,1 −0,5 p.p.
2010 17,5 −0,5 p.p.
2009 18 −0,5 p.p.
2008 18,5 −0,4 p.p.
2007 18,9 −0,4 p.p.
2006 19,3 −0,4 p.p.
2005 19,8 −0,4 p.p.
2004 20,2 −0,4 p.p.
2003 20,6 −0,5 p.p.
2002 21,1 −0,5 p.p.
2001 21,6 −0,5 p.p.
2000 22

África Central, 2024

O mesmo indicador nos países vizinhos — com link para as páginas deles

Sobre o indicador

Proporção da população com saneamento gerenciado de forma segura — o degrau mais alto da escada da OMS e do UNICEF. Não basta ter banheiro próprio: os dejetos precisam ser tratados no local ou recolhidos e tratados fora dele. É a segunda condição que torna o indicador muito mais exigente que o saneamento básico: em muitas cidades grandes quase todos têm banheiro, mas não há estações de tratamento para todo o volume de esgoto, e por essa medida o país fica bem mais abaixo.

Importante: Considera não só a existência do banheiro, mas também o destino do esgoto, por isso os valores são bem mais baixos que os do saneamento básico.

Fonte: Global Health Observatory (OMS), licença CC BY-NC-SA 3.0 IGO.