Consumo de fertilizantes — todos os países

Consumo de fertilizantes — Nova Caledônia

Consumo de fertilizantes na Nova Caledônia em 2023 — 248,9 kg/ha. Posição 26 no mundo, de um total de 191. Desde 1975, o indicador aumentou 178,3%.

2023 248,9 kg/ha +0% vs 2022
Posição no mundo 26de 191
Máximo do período 536,5 kg/ha2003
Mínimo do período 34,9 kg/ha1976

Evolução ao longo do tempo

1975–2023 · kg por hectare

Consumo de fertilizantes — Nova Caledônia, 1975–20230200400600197519801985199019952000200520102015202020231975: 89,4 kg/ha1976: 34,9 kg/ha1977: 59,3 kg/ha1978: 62,4 kg/ha1979: 108,1 kg/ha1980: 193,1 kg/ha1981: 77,9 kg/ha1982: 100 kg/ha1983: 120,9 kg/ha1984: 50 kg/ha1985: 40 kg/ha1986: 66,7 kg/ha1987: 133,3 kg/ha1988: 133,3 kg/ha1989: 133,3 kg/ha1990: 200 kg/ha1991: 133,3 kg/ha1992: 122,2 kg/ha1993: 200 kg/ha1994: 228,6 kg/ha1995: 228,6 kg/ha1996: 228,6 kg/ha1997: 228,6 kg/ha1998: 128,6 kg/ha1999: 128,6 kg/ha2000: 128,6 kg/ha2001: 128,6 kg/ha2002: 260,6 kg/ha2003: 536,5 kg/ha2004: 231,3 kg/ha2005: 282,5 kg/ha2006: 240 kg/ha2007: 267,6 kg/ha2008: 199,4 kg/ha2009: 99,4 kg/ha2010: 150 kg/ha2011: 209,4 kg/ha2012: 250 kg/ha2013: 226,2 kg/ha2014: 254,3 kg/ha2015: 257,6 kg/ha2016: 248,9 kg/ha2017: 248,9 kg/ha2018: 248,9 kg/ha2019: 248,9 kg/ha2020: 248,9 kg/ha2021: 248,9 kg/ha2022: 248,9 kg/ha2023: 248,9 kg/ha
Variação no período: +159,5 (+178,34%) Taxa média anual: 2,16 %

Comparação, 2023

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Nova Caledônia

Nova Caledônia 248,9 kg/ha
Mundo 137,6 kg/ha
Melanésia calculado 113,6 kg/ha
Países de renda alta calculado 104 kg/ha
Consumo de fertilizantes — Nova Caledônia, por ano Nova Caledônia Todos os países CSV XLSX
Ano kg/ha Variação Variação, %
2023 248,9 +0 +0%
2022 248,9 +0 +0%
2021 248,9 +0 +0%
2020 248,9 +0 +0%
2019 248,9 +0 +0%
2018 248,9 +0 +0%
2017 248,9 +0 +0%
2016 248,9 −8,7 −3,38%
2015 257,6 +3,3 +1,29%
2014 254,3 +28,2 +12,45%
2013 226,2 −23,8 −9,53%
2012 250 +40,6 +19,4%
2011 209,4 +59,4 +39,59%
2010 150 +50,6 +50,89%
2009 99,4 −100 −50,15%
2008 199,4 −68,2 −25,49%
2007 267,6 +27,6 +11,52%
2006 240 −42,5 −15,04%
2005 282,5 +51,2 +22,12%
2004 231,3 −305,1 −56,88%
2003 536,5 +275,9 +105,87%
2002 260,6 +132 +102,68%
2001 128,6 +0 +0%
2000 128,6 +0 +0%
1999 128,6 +0 +0%
1998 128,6 −100 −43,75%
1997 228,6 +0 +0%
1996 228,6 +0 +0%
1995 228,6 +0 +0%
1994 228,6 +28,6 +14,29%
1993 200 +77,8 +63,64%
1992 122,2 −11,1 −8,33%
1991 133,3 −66,7 −33,33%
1990 200 +66,7 +50%
1989 133,3 +0 +0%
1988 133,3 +0 +0%
1987 133,3 +66,7 +100%
1986 66,7 +26,7 +66,67%
1985 40 −10 −20%
1984 50 −70,9 −58,63%
1983 120,9 +20,9 +20,86%
1982 100 +22,1 +28,44%
1981 77,9 −115,3 −59,69%
1980 193,1 +85 +78,6%
1979 108,1 +45,7 +73,23%
1978 62,4 +3,1 +5,3%
1977 59,3 +24,4 +70,08%
1976 34,9 −54,6 −61,02%
1975 89,4

Melanésia, 2023

O mesmo indicador nos países vizinhos — com link para as páginas deles

Sobre o indicador

Consumo de fertilizantes minerais (nitrogenados, fosfatados e potássicos, em equivalente de nutriente) em quilogramas por hectare de terras aráveis. Está diretamente ligado ao rendimento, mas a aplicação excessiva leva à contaminação de corpos de água e à emissão de óxido nitroso — por isso o objetivo aqui é o ponto ótimo, e não o máximo.

Importante: O agregado é ponderado pela área arável — o mesmo denominador que está no indicador. O valor não distingue os tipos de fertilizante e não diz se foram aplicados na dose e no momento adequados.

Fonte: FAOSTAT (FAO), licença CC BY 4.0.