Consumo de fertilizantes — todos os países

Consumo de fertilizantes — Melanésia

Consumo de fertilizantes na Melanésia em 2023 — 113,6 kg/ha. Desde 1975, o indicador aumentou 36,3%.

2023 113,6 kg/ha −15,16% vs 2022
Posição no mundo
Máximo do período 133,9 kg/ha2022
Mínimo do período 42,6 kg/ha2003

Evolução ao longo do tempo

1975–2023 · kg por hectare

Consumo de fertilizantes — Melanésia, 1975–2023050100150197519801985199019952000200520102015202020231975: 83,3 kg/ha1976: 87,8 kg/ha1977: 88,6 kg/ha1978: 85,7 kg/ha1979: 90,3 kg/ha1980: 87,7 kg/ha1981: 114,5 kg/ha1982: 71,3 kg/ha1983: 63,7 kg/ha1984: 76,7 kg/ha1985: 72,3 kg/ha1986: 109,6 kg/ha1987: 115,1 kg/ha1988: 119,9 kg/ha1989: 113,9 kg/ha1990: 102,8 kg/ha1991: 69,6 kg/ha1992: 73,7 kg/ha1993: 81,9 kg/ha1994: 92,2 kg/ha1995: 94,8 kg/ha1996: 99,1 kg/ha1997: 101,1 kg/ha1998: 83 kg/ha1999: 74,2 kg/ha2000: 61,3 kg/ha2001: 69,4 kg/ha2002: 57,2 kg/ha2003: 42,6 kg/ha2004: 74,4 kg/ha2005: 71,3 kg/ha2006: 54,5 kg/ha2007: 66,7 kg/ha2008: 73,9 kg/ha2009: 89,9 kg/ha2010: 92,6 kg/ha2011: 84,3 kg/ha2012: 100,3 kg/ha2013: 94,2 kg/ha2014: 97 kg/ha2015: 98,3 kg/ha2016: 103,2 kg/ha2017: 111,8 kg/ha2018: 115,6 kg/ha2019: 106,3 kg/ha2020: 102,9 kg/ha2021: 97,4 kg/ha2022: 133,9 kg/ha2023: 113,6 kg/ha
Variação no período: +30,3 (+36,34%) Taxa média anual: 0,65 %

Comparação, 2023

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Melanésia

Melanésia 113,6 kg/ha
Mundo 137,6 kg/ha
Consumo de fertilizantes — Melanésia, por ano Melanésia Todos os países CSV XLSX
Ano kg/ha Variação Variação, %
2023 113,6 −20,3 −15,16%
2022 133,9 +36,5 +37,49%
2021 97,4 −5,5 −5,37%
2020 102,9 −3,5 −3,25%
2019 106,3 −9,2 −7,98%
2018 115,6 +3,8 +3,4%
2017 111,8 +8,5 +8,28%
2016 103,2 +4,9 +5,02%
2015 98,3 +1,3 +1,36%
2014 97 +2,8 +2,94%
2013 94,2 −6 −6,03%
2012 100,3 +15,9 +18,87%
2011 84,3 −8,3 −8,93%
2010 92,6 +2,7 +2,97%
2009 89,9 +16 +21,71%
2008 73,9 +7,2 +10,75%
2007 66,7 +12,3 +22,51%
2006 54,5 −16,9 −23,64%
2005 71,3 −3,1 −4,14%
2004 74,4 +31,8 +74,56%
2003 42,6 −14,6 −25,51%
2002 57,2 −12,2 −17,58%
2001 69,4 +8,1 +13,21%
2000 61,3 −12,9 −17,35%
1999 74,2 −8,8 −10,6%
1998 83 −18,2 −17,95%
1997 101,1 +2 +2,04%
1996 99,1 +4,3 +4,53%
1995 94,8 +2,6 +2,85%
1994 92,2 +10,3 +12,63%
1993 81,9 +8,1 +11,02%
1992 73,7 +4,1 +5,9%
1991 69,6 −33,1 −32,25%
1990 102,8 −11,1 −9,77%
1989 113,9 −6 −4,99%
1988 119,9 +4,8 +4,17%
1987 115,1 +5,5 +5,04%
1986 109,6 +37,2 +51,49%
1985 72,3 −4,3 −5,66%
1984 76,7 +12,9 +20,27%
1983 63,7 −7,5 −10,59%
1982 71,3 −43,2 −37,74%
1981 114,5 +26,8 +30,55%
1980 87,7 −2,6 −2,88%
1979 90,3 +4,5 +5,3%
1978 85,7 −2,9 −3,24%
1977 88,6 +0,9 +0,99%
1976 87,8 +4,5 +5,34%
1975 83,3

Sobre o indicador

Consumo de fertilizantes minerais (nitrogenados, fosfatados e potássicos, em equivalente de nutriente) em quilogramas por hectare de terras aráveis. Está diretamente ligado ao rendimento, mas a aplicação excessiva leva à contaminação de corpos de água e à emissão de óxido nitroso — por isso o objetivo aqui é o ponto ótimo, e não o máximo.

Importante: O agregado é ponderado pela área arável — o mesmo denominador que está no indicador. O valor não distingue os tipos de fertilizante e não diz se foram aplicados na dose e no momento adequados.

Fonte: FAOSTAT (FAO), licença CC BY 4.0.