Trabalho por conta própria — todos os países

Trabalho por conta própria — Síria

Trabalho por conta própria na Síria em 2025 — 42,4%. Posição 69 no mundo, de um total de 182. Desde 1991, o indicador caiu 12,5 p.p..

2025 42,4% −0 p.p. vs 2024
Posição no mundo 69de 182
Máximo do período 54,9%1991
Mínimo do período 36,8%2010

Evolução ao longo do tempo

1991–2025 · % do emprego

Trabalho por conta própria — Síria, 1991–2025354045505519911995199920032007201120152019202320251991: 54,9%1992: 54,6%1993: 54,4%1994: 54%1995: 53,5%1996: 52,9%1997: 52,3%1998: 51,5%1999: 51,1%2000: 50,9%2001: 50,8%2002: 49,8%2003: 48,6%2004: 47,4%2005: 45,9%2006: 44,5%2007: 46,3%2008: 38,2%2009: 38,2%2010: 36,8%2011: 37,4%2012: 38,3%2013: 40,2%2014: 41,7%2015: 42,2%2016: 42,8%2017: 42,9%2018: 43%2019: 42,9%2020: 43,3%2021: 42,7%2022: 42,8%2023: 42,5%2024: 42,5%2025: 42,4%
Variação no período: −12,5 p.p. Média anual: -0,37 p.p.

Comparação, 2025

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Síria

Síria 42,4%
Mundo 46,4%
Ásia Ocidental calculado 25%
Países de renda baixa calculado 78,5%
Trabalho por conta própria — Síria, por ano Síria Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2025 42,4 −0 p.p.
2024 42,5 −0,1 p.p.
2023 42,5 −0,2 p.p.
2022 42,8 +0,1 p.p.
2021 42,7 −0,6 p.p.
2020 43,3 +0,4 p.p.
2019 42,9 −0,1 p.p.
2018 43 +0 p.p.
2017 42,9 +0,2 p.p.
2016 42,8 +0,6 p.p.
2015 42,2 +0,5 p.p.
2014 41,7 +1,5 p.p.
2013 40,2 +1,9 p.p.
2012 38,3 +0,9 p.p.
2011 37,4 +0,6 p.p.
2010 36,8 −1,4 p.p.
2009 38,2 −0 p.p.
2008 38,2 −8 p.p.
2007 46,3 +1,8 p.p.
2006 44,5 −1,4 p.p.
2005 45,9 −1,5 p.p.
2004 47,4 −1,2 p.p.
2003 48,6 −1,1 p.p.
2002 49,8 −1 p.p.
2001 50,8 −0,2 p.p.
2000 50,9 −0,2 p.p.
1999 51,1 −0,4 p.p.
1998 51,5 −0,8 p.p.
1997 52,3 −0,6 p.p.
1996 52,9 −0,7 p.p.
1995 53,5 −0,5 p.p.
1994 54 −0,4 p.p.
1993 54,4 −0,3 p.p.
1992 54,6 −0,3 p.p.
1991 54,9

Sobre o indicador

Parcela do trabalho por conta própria no emprego total: empregadores, quem trabalha por conta própria, membros de cooperativas de produção e trabalhadores familiares auxiliares. Valores altos nos países de renda baixa não refletem um empreendedorismo desenvolvido, mas a falta de postos de trabalho assalariado e o emprego informal na agricultura e no pequeno comércio.

Fonte: ILOSTAT (OIT), licença CC BY 4.0.