Trabalho por conta própria — todos os países

Trabalho por conta própria — São Vicente e Granadinas

Trabalho por conta própria em São Vicente e Granadinas em 2025 — 25,7%. Posição 112 no mundo, de um total de 182. Desde 1991, o indicador caiu 0,2 p.p..

2025 25,7% −0,2 p.p. vs 2024
Posição no mundo 112de 182
Máximo do período 26,7%2020
Mínimo do período 25,2%2007

Evolução ao longo do tempo

1991–2025 · % do emprego

Trabalho por conta própria — São Vicente e Granadinas, 1991–20252525,52626,52719911995199920032007201120152019202320251991: 25,8%1992: 25,7%1993: 25,7%1994: 25,7%1995: 25,6%1996: 25,6%1997: 25,5%1998: 25,4%1999: 25,5%2000: 25,6%2001: 25,7%2002: 25,6%2003: 25,6%2004: 25,4%2005: 25,4%2006: 25,4%2007: 25,2%2008: 25,3%2009: 25,4%2010: 25,7%2011: 25,9%2012: 26%2013: 26%2014: 26,2%2015: 26,2%2016: 26,2%2017: 26,1%2018: 26,1%2019: 26,2%2020: 26,7%2021: 26,5%2022: 26,2%2023: 26%2024: 25,9%2025: 25,7%
Variação no período: −0,2 p.p. Média anual: 0 p.p.

Comparação, 2025

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: São Vicente e Granadinas

São Vicente e Granadinas 25,7%
Mundo 46,4%
Trabalho por conta própria — São Vicente e Granadinas, por ano São Vicente e Granadinas Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2025 25,7 −0,2 p.p.
2024 25,9 −0,1 p.p.
2023 26 −0,2 p.p.
2022 26,2 −0,3 p.p.
2021 26,5 −0,2 p.p.
2020 26,7 +0,5 p.p.
2019 26,2 +0,1 p.p.
2018 26,1 −0,1 p.p.
2017 26,1 −0,1 p.p.
2016 26,2 +0 p.p.
2015 26,2 +0 p.p.
2014 26,2 +0,1 p.p.
2013 26 +0,1 p.p.
2012 26 +0,1 p.p.
2011 25,9 +0,2 p.p.
2010 25,7 +0,2 p.p.
2009 25,4 +0,2 p.p.
2008 25,3 +0,1 p.p.
2007 25,2 −0,2 p.p.
2006 25,4 −0 p.p.
2005 25,4 −0 p.p.
2004 25,4 −0,2 p.p.
2003 25,6 −0,1 p.p.
2002 25,6 −0 p.p.
2001 25,7 +0,1 p.p.
2000 25,6 +0 p.p.
1999 25,5 +0,1 p.p.
1998 25,4 −0,1 p.p.
1997 25,5 −0,1 p.p.
1996 25,6 +0 p.p.
1995 25,6 −0,1 p.p.
1994 25,7 +0 p.p.
1993 25,7 −0 p.p.
1992 25,7 −0,1 p.p.
1991 25,8

Sobre o indicador

Parcela do trabalho por conta própria no emprego total: empregadores, quem trabalha por conta própria, membros de cooperativas de produção e trabalhadores familiares auxiliares. Valores altos nos países de renda baixa não refletem um empreendedorismo desenvolvido, mas a falta de postos de trabalho assalariado e o emprego informal na agricultura e no pequeno comércio.

Fonte: ILOSTAT (OIT), licença CC BY 4.0.