Trabalho por conta própria — todos os países

Trabalho por conta própria — República do Congo

Trabalho por conta própria na República do Congo em 2025 — 76,8%. Posição 22 no mundo, de um total de 182. Desde 1991, o indicador caiu 3 p.p..

2025 76,8% −0,1 p.p. vs 2024
Posição no mundo 22de 182
Máximo do período 79,8%1991
Mínimo do período 76,3%2015

Evolução ao longo do tempo

1991–2025 · % do emprego

Trabalho por conta própria — República do Congo, 1991–2025767778798019911995199920032007201120152019202320251991: 79,8%1992: 79,7%1993: 79,7%1994: 79,7%1995: 79,7%1996: 79,6%1997: 79,5%1998: 79,4%1999: 79,3%2000: 79%2001: 78,9%2002: 78,7%2003: 78,5%2004: 78,3%2005: 78,2%2006: 77,9%2007: 77,9%2008: 77,7%2009: 77,5%2010: 77,1%2011: 76,9%2012: 76,7%2013: 76,5%2014: 76,4%2015: 76,3%2016: 76,4%2017: 76,5%2018: 76,5%2019: 76,7%2020: 77,5%2021: 77%2022: 77%2023: 77%2024: 76,9%2025: 76,8%
Variação no período: −3 p.p. Média anual: -0,09 p.p.

Comparação, 2025

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: República do Congo

República do Congo 76,8%
Mundo 46,4%
África Central calculado 80,1%
Trabalho por conta própria — República do Congo, por ano República do Congo Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2025 76,8 −0,1 p.p.
2024 76,9 −0,1 p.p.
2023 77 +0 p.p.
2022 77 −0 p.p.
2021 77 −0,5 p.p.
2020 77,5 +0,9 p.p.
2019 76,7 +0,1 p.p.
2018 76,5 +0 p.p.
2017 76,5 +0,1 p.p.
2016 76,4 +0,1 p.p.
2015 76,3 −0,1 p.p.
2014 76,4 −0,2 p.p.
2013 76,5 −0,2 p.p.
2012 76,7 −0,3 p.p.
2011 76,9 −0,2 p.p.
2010 77,1 −0,4 p.p.
2009 77,5 −0,1 p.p.
2008 77,7 −0,2 p.p.
2007 77,9 −0 p.p.
2006 77,9 −0,3 p.p.
2005 78,2 −0,1 p.p.
2004 78,3 −0,2 p.p.
2003 78,5 −0,2 p.p.
2002 78,7 −0,2 p.p.
2001 78,9 −0,1 p.p.
2000 79 −0,2 p.p.
1999 79,3 −0,2 p.p.
1998 79,4 −0,1 p.p.
1997 79,5 −0,1 p.p.
1996 79,6 −0,1 p.p.
1995 79,7 −0 p.p.
1994 79,7 +0 p.p.
1993 79,7 −0 p.p.
1992 79,7 −0 p.p.
1991 79,8

Sobre o indicador

Parcela do trabalho por conta própria no emprego total: empregadores, quem trabalha por conta própria, membros de cooperativas de produção e trabalhadores familiares auxiliares. Valores altos nos países de renda baixa não refletem um empreendedorismo desenvolvido, mas a falta de postos de trabalho assalariado e o emprego informal na agricultura e no pequeno comércio.

Fonte: ILOSTAT (OIT), licença CC BY 4.0.