Trabalho por conta própria — todos os países

Trabalho por conta própria — Quirguistão

Trabalho por conta própria no Quirguistão em 2025 — 30,5%. Posição 96 no mundo, de um total de 182. Desde 1991, o indicador caiu 4,4 p.p..

2025 30,5% −0,5 p.p. vs 2024
Posição no mundo 96de 182
Máximo do período 42,4%2014
Mínimo do período 30,5%2025

Evolução ao longo do tempo

1991–2025 · % do emprego

Trabalho por conta própria — Quirguistão, 1991–20253035404519911995199920032007201120152019202320251991: 34,9%1992: 35,1%1993: 35,7%1994: 36,8%1995: 37,6%1996: 38,1%1997: 38,3%1998: 38,4%1999: 38,3%2000: 38%2001: 37,8%2002: 37,5%2003: 37,2%2004: 36,9%2005: 36,7%2006: 36,5%2007: 36,4%2008: 36,1%2009: 36,2%2010: 36,3%2011: 37,2%2012: 37%2013: 42,1%2014: 42,4%2015: 40%2016: 38,3%2017: 35,2%2018: 35%2019: 33%2020: 34%2021: 32,3%2022: 32,1%2023: 31,5%2024: 31%2025: 30,5%
Variação no período: −4,4 p.p. Média anual: -0,13 p.p.

Comparação, 2025

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Quirguistão

Quirguistão 30,5%
Mundo 46,4%
Ásia Central calculado 36,1%
Trabalho por conta própria — Quirguistão, por ano Quirguistão Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2025 30,5 −0,5 p.p.
2024 31 −0,5 p.p.
2023 31,5 −0,6 p.p.
2022 32,1 −0,2 p.p.
2021 32,3 −1,7 p.p.
2020 34 +0,9 p.p.
2019 33 −2 p.p.
2018 35 −0,2 p.p.
2017 35,2 −3,1 p.p.
2016 38,3 −1,7 p.p.
2015 40 −2,3 p.p.
2014 42,4 +0,2 p.p.
2013 42,1 +5,2 p.p.
2012 37 −0,2 p.p.
2011 37,2 +0,9 p.p.
2010 36,3 +0,2 p.p.
2009 36,2 +0 p.p.
2008 36,1 −0,3 p.p.
2007 36,4 −0,2 p.p.
2006 36,5 −0,1 p.p.
2005 36,7 −0,2 p.p.
2004 36,9 −0,4 p.p.
2003 37,2 −0,3 p.p.
2002 37,5 −0,2 p.p.
2001 37,8 −0,3 p.p.
2000 38 −0,2 p.p.
1999 38,3 −0,1 p.p.
1998 38,4 +0,1 p.p.
1997 38,3 +0,2 p.p.
1996 38,1 +0,4 p.p.
1995 37,6 +0,9 p.p.
1994 36,8 +1 p.p.
1993 35,7 +0,6 p.p.
1992 35,1 +0,2 p.p.
1991 34,9

Ásia Central, 2025

O mesmo indicador nos países vizinhos — com link para as páginas deles

Sobre o indicador

Parcela do trabalho por conta própria no emprego total: empregadores, quem trabalha por conta própria, membros de cooperativas de produção e trabalhadores familiares auxiliares. Valores altos nos países de renda baixa não refletem um empreendedorismo desenvolvido, mas a falta de postos de trabalho assalariado e o emprego informal na agricultura e no pequeno comércio.

Fonte: ILOSTAT (OIT), licença CC BY 4.0.