Trabalho por conta própria — todos os países

Trabalho por conta própria — Guam

Trabalho por conta própria em Guam em 2025 — 15,5%. Posição 137 no mundo, de um total de 182. Desde 1991, o indicador caiu 2,8 p.p..

2025 15,5% −0,1 p.p. vs 2024
Posição no mundo 137de 182
Máximo do período 18,3%1991
Mínimo do período 15,5%2025

Evolução ao longo do tempo

1991–2025 · % do emprego

Trabalho por conta própria — Guam, 1991–2025151617181919911995199920032007201120152019202320251991: 18,3%1992: 18,2%1993: 18,1%1994: 18%1995: 17,9%1996: 17,8%1997: 17,6%1998: 17,5%1999: 17,3%2000: 17,2%2001: 17%2002: 16,9%2003: 16,8%2004: 16,7%2005: 16,5%2006: 16,5%2007: 16,4%2008: 16,4%2009: 16,3%2010: 16,2%2011: 16,2%2012: 16,1%2013: 16,1%2014: 16%2015: 15,9%2016: 15,9%2017: 15,8%2018: 15,8%2019: 15,7%2020: 15,9%2021: 15,9%2022: 15,8%2023: 15,8%2024: 15,7%2025: 15,5%
Variação no período: −2,8 p.p. Média anual: -0,08 p.p.

Comparação, 2025

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Guam

Guam 15,5%
Mundo 46,4%
Países de renda alta calculado 11%
Trabalho por conta própria — Guam, por ano Guam Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2025 15,5 −0,1 p.p.
2024 15,7 −0,1 p.p.
2023 15,8 −0,1 p.p.
2022 15,8 −0 p.p.
2021 15,9 −0,1 p.p.
2020 15,9 +0,2 p.p.
2019 15,7 −0,1 p.p.
2018 15,8 −0 p.p.
2017 15,8 −0,1 p.p.
2016 15,9 −0,1 p.p.
2015 15,9 −0,1 p.p.
2014 16 −0,1 p.p.
2013 16,1 −0,1 p.p.
2012 16,1 −0,1 p.p.
2011 16,2 −0 p.p.
2010 16,2 −0,1 p.p.
2009 16,3 −0 p.p.
2008 16,4 −0,1 p.p.
2007 16,4 −0 p.p.
2006 16,5 −0,1 p.p.
2005 16,5 −0,2 p.p.
2004 16,7 −0,1 p.p.
2003 16,8 −0,1 p.p.
2002 16,9 −0,1 p.p.
2001 17 −0,1 p.p.
2000 17,2 −0,2 p.p.
1999 17,3 −0,1 p.p.
1998 17,5 −0,1 p.p.
1997 17,6 −0,2 p.p.
1996 17,8 −0,1 p.p.
1995 17,9 −0,1 p.p.
1994 18 −0,1 p.p.
1993 18,1 −0,1 p.p.
1992 18,2 −0,1 p.p.
1991 18,3

Sobre o indicador

Parcela do trabalho por conta própria no emprego total: empregadores, quem trabalha por conta própria, membros de cooperativas de produção e trabalhadores familiares auxiliares. Valores altos nos países de renda baixa não refletem um empreendedorismo desenvolvido, mas a falta de postos de trabalho assalariado e o emprego informal na agricultura e no pequeno comércio.

Fonte: ILOSTAT (OIT), licença CC BY 4.0.