Renda dos 20% mais ricos — todos os países

Renda dos 20% mais ricos — Israel

Renda dos 20% mais ricos em Israel em 2022 — 43,5%. Posição 45 no mundo, de um total de 73. Desde 1979, o indicador aumentou 0,6 p.p..

2022 43,5% +0,2 p.p. vs 2021
Posição no mundo 45de 73
Máximo do período 47,3%2010
Mínimo do período 42,4%1992

Evolução ao longo do tempo

1979–2022 · % da renda

Renda dos 20% mais ricos — Israel, 1979–20224244464819791984198919941999200420092014201920221979: 42,9%1986: 43%1992: 42,4%1997: 44,3%2001: 44,9%2002: 45,1%2003: 45,9%2004: 46,2%2005: 47,2%2006: 46,4%2007: 46,1%2008: 46,6%2009: 47%2010: 47,3%2011: 46,2%2012: 46%2013: 45%2014: 44,8%2015: 44,8%2016: 44,2%2017: 43,3%2018: 43,8%2019: 43,5%2020: 43,2%2021: 43,3%2022: 43,5%
Variação no período: +0,6 p.p. Média anual: 0,01 p.p.
Renda dos 20% mais ricos — Israel, por ano Israel Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2022 43,5 +0,2 p.p.
2021 43,3 +0,1 p.p.
2020 43,2 −0,3 p.p.
2019 43,5 −0,3 p.p.
2018 43,8 +0,5 p.p.
2017 43,3 −0,9 p.p.
2016 44,2 −0,6 p.p.
2015 44,8 +0 p.p.
2014 44,8 −0,2 p.p.
2013 45 −1 p.p.
2012 46 −0,2 p.p.
2011 46,2 −1,1 p.p.
2010 47,3 +0,3 p.p.
2009 47 +0,4 p.p.
2008 46,6 +0,5 p.p.
2007 46,1 −0,3 p.p.
2006 46,4 −0,8 p.p.
2005 47,2 +1 p.p.
2004 46,2 +0,3 p.p.
2003 45,9 +0,8 p.p.
2002 45,1 +0,2 p.p.
2001 44,9
1997 44,3
1992 42,4
1986 43
1979 42,9

Ásia Ocidental, 2022

O mesmo indicador nos países vizinhos — com link para as páginas deles

Sobre o indicador

Parcela da renda ou do consumo total que fica com os vinte por cento mais ricos da população. Em igualdade plena seriam vinte por cento; nos países mais desiguais da América Latina e do sul da África passa de sessenta. A razão entre essa parcela e a do quintil mais pobre — a chamada razão entre quintis extremos, S80/S20 — foi historicamente a primeira medida de desigualdade, e é mais clara que o Gini para falar da distância entre os polos.

Importante: Não há agregados por grupos de países pela mesma razão do índice de Gini: o quintil de um grupo não é a união dos quintis nacionais. As pesquisas domiciliares subestimam sistematicamente a renda dos mais ricos, por isso a desigualdade real é maior que a medida.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.